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Marpa
Facebook adquire startup especializada em direitos autorais 24.08.2017

Em busca de tornar sua plataforma mais atraente para os produtores de conteúdo, o Facebook anunciou a aquisição da startup Source3, especializada em gerenciamento de direitos autorais e propriedade intelectual na internet. Com a compra, a rede social fortalecerá seus esforços para transformar o seu feed de notícias em um lugar seguro para que os produtores de conteúdo possam divulgar seus vídeos e publicações sem se preocuparem com a pirataria.

A aquisição foi anunciada pela própria Source3, que afirmou estarem decididos a "continuar nossa jornada com o Facebook". A equipe da startup trabalhará no escritório do Facebook em Nova York. "Estamos entusiasmados em trabalhar com a equipe Source3 e aprender com a experiência adquirida em propriedade intelectual, marcas registradas e direitos autorais", disse Vanessa Chan, porta-voz do Facebook.

A própria Source3 explica que trabalha com reconhecimento, organização e análise de propriedade intelectual nos conteúdos gerados pelos usuários. A tecnologia utilizada pela empresa permite reconhecer IPs dos usuários e associá-los ao conteúdo criado por eles, levando assim seu sistema a identificar a presença de infratores que possam prejudicar os criadores de conteúdo. "Estamos orgulhosos de ter identificado produtos em uma variedade de áreas, incluindo esportes, música, entretenimento e moda", explicou a empresa ao comentar sobre a flexibilidade de seus serviços.

A Source3 foi fundada em 2014 e inicialmente atuava com direitos de impressão em 3D. No ano seguinte, a startup conseguiu arrecadar US$ 4 milhões em rodadas de investimentos, especialmente liderada pela Contour Venture Partners. Os co-fundadores Patrick F. Sullivan, Benjamin Cockerham e Scott Sellwood já haviam vendido a RightsFlow, plataforma de gerenciamento de direitos musicais, para o Google.

Para o Facebook, a tecnologia e a experiência da Source3 ajudará a empresa a aprimorar o Rights Manager, sistema que funciona de maneira similar ao Content ID do YouTube. O objetivo do software é combater a pirataria e a violação de direitos autorais de produtores de conteúdo. Além disso, a rede social poderá utilizar a tecnologia de reconhecimento de marcas da Source3 para conectar produtos e serviços similares de seus anunciantes para gerar ainda mais dinheiro com publicidade. Desse modo, a empresa poderia monetizar o conteúdo dos criadores de conteúdo sem inserir anúncios interruptivos.

A companhia de Mark Zuckerberg tem investido cada vez mais em tornar sua plataforma mais atraente para os produtores de conteúdo. Recentemente, durante a VidCon, o Facebook anunciou que está desenvolvendo um aplicativo dedicado apenas aos produtores que tiverem a finalidade de compartilhar conteúdo com seus seguidores.

Fonte: Canaltech

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Paulo Paim critica lentidão no registro de patentes 22.08.2017

O senador Paulo Paim (PT-RS) protestou contra a morosidade na liberação de marcas e patentes no Brasil, situação que, segundo ele, prejudica os investimentos e colabora para o desemprego no país.

O senador leu artigo do jornal O Estado de S. Paulo que revela que há mais de 230 mil pedidos na lista de espera do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) para registrar uma patente. Segundo o artigo lido por Paim, diante da burocracia do Instituto, que demora cerca de 11 anos para fazer o registro, muitas empresas brasileiras estão optando por realizar o processo nos Estados Unidos, onde a concessão leva apenas 3 anos.

— Essa situação vem constituindo entrave aos investimentos não só nacionais como estrangeiros, uma vez que tal lentidão prejudica o retorno financeiro dos projetos por perda de receita e ainda contamina a segurança da propriedade industrial, garantida em última instância, somente depois da concessão da patente — disse.

O senador destacou a importância de aprovação de Projeto de Lei do Senado (PLS) 316/2013, de sua autoria, que limita, nos casos gerais, em 180 dias a conclusão do exame de patentes pelo INPI. De acordo com Paim, o projeto já foi aprovado no Senado e está engavetado na Câmara dos Deputados desde 2015.

Fonte: Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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A gestão tributária pode ser o diferencial das empresas - Artigo publicado no Jornal do Comércio (edição de 21/08) 22.08.2017

Não é fácil ser empresário no Brasil. Primeiro, é preciso enfrentar uma burocracia sem tamanho para registrar sua marca, onde espera por anos em um processo que poderia ser bem mais rápido. Depois, com tudo organizado, chega ao mercado e sofre com a alta carga de taxas e tributos dos mais variados tipos. Se não estiver atento, é grande o risco de uma perda que poderá ser lamentada para sempre.

Talvez a maior preocupação de todos seja manter a saúde financeira da empresa. Para tanto, é fundamental que os lançamentos fiscais e o controle contábil sejam realizados de forma constante. Assim, se saberá o lucro, a forma de aplicá-lo, mas também maneiras de diminuir os encargos tributários que incidem sobre ele. Com um acompanhamento profissional, é possível detectar como a empresa pode se enquadrar em um padrão fiscal que não seja tão oneroso - e completamente legal - que a protegerá do fisco e também de possíveis perdas.

No entanto, não basta apenas saber o resultado que ela apresenta, mas identificar onde mais gasta e de onde capta seus recursos. Com base em informações concretas, o gestor tem em suas mãos um retrato fiel de como anda o seu negócio. À primeira vista, pode parecer simples essa equação. Porém, ao percebermos o número cada vez maior de empresas brasileiras fechando as portas, percebemos que não é uma tarefa fácil.

Em 2015, por exemplo, segundo dados apurados pela Neoway, uma consultoria especializada em mercado, cerca de 1,8 milhão de empresas deixou de funcionar no país, número que aumentou em mais de 300% se comparados os dados entre 2014 e 2015. Outro levantamento, desta vez da Junta Comercial do Rio Grande do Sul, apontou que, no primeiro semestre de 2016, 29.530 empresas foram extintas no Estado.

Ou seja, muito mais do que saber sobre lucros e gastos, as empresas precisam de dados, de fontes e de estratégias para não acabarem indo por um caminho sem volta. E isso se consegue investindo em uma gestão tributária e fiscal eficazes. Desta maneira, é fundamental que os gestores voltem seu olhar, também, para esse aspecto. Afinal, pode ser por meio de um planejamento preciso que sua empresa se mantenha para sempre de portas abertas.

Valdomiro Soares

Presidente da Marpa Marcas e Patentes

 

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Caos no registro de patentes 17.08.2017

Diante da burocracia do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), que demora em média cerca de 11 anos para registrar uma patente, muitas empresas brasileiras estão optando por registrá-las nos Estados Unidos, onde o processo leva apenas 3 anos. Há mais de 230 mil pedidos na lista de espera do Inpi, que só recentemente passou a aceitar a documentação por meios eletrônicos. Até janeiro de 2017, os pedidos de patente – que envolvem centenas de páginas – tinham de ser enviados em papel, pelo correio.

A insegurança jurídica criada para as universidades e empresas pelo excesso de burocracia do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, ao qual o Inpi está vinculado, é um dos lados do problema. O outro diz respeito à vida útil das tecnologias desenvolvidas ou utilizadas no País e que são decisivas para que a economia brasileira ganhe competitividade no comércio mundial, para voltar a crescer. A tramitação do processo de registro de uma patente é tão morosa que, em alguns casos – como na área de telecomunicações –, a inovação tecnológica já está obsoleta quando o processo é finalmente concluído. Dos mais de 230 mil pedidos que aguardam registro no Inpi, muitos foram protocolados há mais de dez anos e dificilmente sua aprovação terá ainda alguma serventia ou sentido econômico, uma vez que o tempo corroeu o benefício que a invenção ou descoberta tecnológica poderia proporcionar. Há dois anos, por exemplo, os órgãos responsáveis pela avaliação técnica de pedidos de patente examinaram um limpador de cabeçote de videocassete – equipamento em desuso desde 2000.

Além disso, a morosidade e a ineficiência do Inpi propiciaram o surgimento de despachantes, ou seja, de grupos que se oferecem para “ajudar” na intermediação do processo, lucrando com isso. É esse o caso, como mostrou a reportagem do Estado, da Associação Nacional dos Inventores (ANI), entidade que chega a cobrar R$ 40 mil de inventores, sem oferecer qualquer garantia por seus serviços. Os diretores da ANI alegam que o valor cobre os gastos com o serviço, que, de tão amador, inclui uma pesquisa no Google, para saber se alguém já teve a mesma ideia antes. Nas empresas e centros de pesquisa, expedientes como esse e o anacronismo das regras do Inpi sofrem críticas acirradas. “Isso atrasa e prejudica a inovação no Brasil”, diz Ado Jório, pró-reitor de pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Como a agilidade no registro de patentes é um requisito básico para o estímulo à inovação de processos e produtos, o governo – pressionado por universidades e empresas – prometeu há alguns meses investir na informatização dos serviços de análise dos pedidos de patentes protocolados na década de 2010, para reduzir o tempo médio de espera para cinco anos. O objetivo, contudo, não foi atingido, apesar de alguns técnicos terem sido contratados para integrar o quadro de pesquisadores encarregados de analisar os processos.

Para tentar acabar de uma vez por todas com a fila de espera, o Inpi tomou então a decisão de aprovar automaticamente – ou seja, sem o devido exame técnico e jurídico – todos os registros que aguardam patente, com exceção dos farmacêuticos. Segundo a direção do órgão, as empresas que se sentirem lesadas terão de procurar a Justiça ou impetrar pedido de nulidade em até 90 dias.

A iniciativa causou espanto nos meios jurídicos, na comunidade científica e na iniciativa privada. Isso porque, ao jogar a responsabilidade para os tribunais, que também são muito lentos, o Inpi consagrou sua inépcia e fez letra morta da Lei de Propriedade Intelectual, ampliando a insegurança jurídica no setor de patentes. “É absurdo. Se eu mandar um pedido de patente falando que beber água é minha invenção, ele será aprovado automaticamente e todos terão de pagar royalties para mim”, diz o pró-reitor de pesquisa da UFMG, não escondendo sua perplexidade com tanta demonstração de incompetência.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Órgãos públicos são os maiores compradores de produtos falsificados 17.08.2017
Os órgãos públicos são os maiores compradores de produtos falsificados. O alerta foi feito durante o Fórum Antipirataria da HP, realizado em Brasília, para alertar sobre a compra de tinta e toner piratas, e o roubo de cargas, que, atualmente, atinge 50 caminhões por dia no sudeste brasileiro, 7,6% de produtos de tecnologia. As medidas da empresa para coibir a pirataria resultaram, apenas neste ano, em recuperação de US$ 2,1 milhões em produtos confiscados, seis prisões, 11 investigações e US$ 4,3 milhões em contas protegidas.
 
 
O diretor de Investigações da HP, Paulo Lino, que trabalhou na Polícia Federal no combate ao crime organizado, afirmou que 7% do comércio mundial hoje é de produtos piratas. “Não estamos apenas falando de tinta ou toner falsos. Pirataria envolve corrupção”, disse. Segundo ele, o Brasil tem um cenário singular: 90% das apreensões de produtos falsificados da HP são feitas no país.
  
“Todos os insumos de impressão para fazer produto falsificado são brasileiros, desde o cartucho até a caixa, passando pela gráfica clandestina. O selo é uma das poucas coisas que, às vezes, vem da China. Por isso, quase não se têm apreensões na alfândega”, destacou. Lino revelou que os maiores compradores são órgãos públicos, porque os produtos são mais baratos e o critério é comprar pelo menor preço.
 
 
Um cartucho de toner vendido pelo preço de custo de um original dá 95% de lucro para o falsificador. Ao monitorar as licitações, se percebe que 90% dos fornecedores são falsificadores. E as empresas voltam a licitar mesmo depois de punidas porque os órgãos públicos não fazem a fiscalização”, alertou Lino.
 
De acordo com o especialista, a HP descobriu que o Ministério Público de um estado estava adquirindo produtos falsos de uma empresa punida até 2021 em três órgãos federais. “Emiti 18 laudos de que a empresa entregou produtos falsos em 18 órgãos. Foi punida apenas em três”, ressaltou.
 
O investigador assinalou que a fraude ocorre no momento em que o fornecedor entrega o produto falso. Os criminosos tiram vantagem da burocracia da aprovação do segundo colocado ou da relicitação para continuar vendendo. “Quando são pegos têm a cara de pau de dizer que são produtos importados, por isso são mais baratos. Tem que mostrar a autorização da importação? Senão é contrabando”, afirmou.
 
Pregoeiros presentes ao evento reconheceram a dificuldade de coibir as fraudes. Quando eles anunciam que a originalidade será verificada, metade dos fornecedores sai da licitação. “Mas tem gente que não sai e que leva a amostra original e só fornece o produto falsificado, depois, na entrega de grandes volumes”, destacou Lino.
 
Lino alertou para utilização de CNPJs de fachada. “Hoje em dia eles fazem até sites bonitinhos para dar visibilidade, mas se for conferir o endereço, pelo Google Earth mesmo, dá para ver que são endereços inexistentes”, disse o investigador. Há falsificadores que criam, inclusive, institutos de metrologia próprios. “Eles emitem laudos como diferencial para ganhar concorrência”, alertou.
 
Uma grande dificuldade para os pregoeiros são os produtos remanufaturados, aqueles cartuchos reutilizados, porque são lícitos no Brasil. Até mesmo o clonado, que vende uma cópia fiel aos originais, é lícito.
 

Cargas roubadas

 
Outro grave problema do setor são as cargas roubadas de caminhões, conforme Fabio Barbosa, diretor de Prevenção de Perdas da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e diretor de Segurança para América Latina da HP. “O Brasil é o oitavo país no mundo mais perigoso para transportar carga, atrás de países em conflito armado, como Afeganistão, Iraque, Somália, Sudão, Síria, e 90% dos roubos se concentram na região Sudeste”, disse.
 
As principais cargas roubadas são alimentos (40%), mas 7,6% são produtos de tecnologia, como celulares, impressoras, computadores e suprimentos, seguidos de tabaco (7,3%) e fármacos (6%). A perda anual estimada pela Abinee é de R$ 500 milhões por ano diretamente. “Só que a perda indireta é três vezes maior, porque o fabricante vai ter que refazer o produto e enviar de novo para o comprador depois de ter sua carga roubada durante o primeiro transporte”, explicou.
 
Rio de Janeiro e São Paulo juntos somam 50 roubos de carga por dia, segundo Barbosa. “Não à toa, a NTC Logística (entidade que congrega as transportadoras rodoviárias do país) anunciou que haverá um boicote em 21 de agosto para não transportar cargas no Rio”, disse. Para mitigar o roubo, a HP adota medidas como escolta, gerenciamento de risco e recursos tecnológicos. “O problema é que a legislação para punir a receptação para roubo de carga é muito branda. No máximo quatro anos, e responde em liberdade”, lamentou.
 
Enquanto isso, os bandidos são cada vez mais eficientes. Em três minutos, revelou Barbosa, eles são capazes de abordar um caminhão e retirar 20 palets carregados. “O índice de recuperação de cargada HP é de 85%, enquanto, segundo a Abinee, a média brasileira não chega a 15%”, destacou.
 
Fonte: Correio Braziliense
 
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Mastercard apresenta pedido de patentes 15.08.2017

A Mastercard apresentou um novo pedido de patente com um conjunto de funções indicando sua intenção de explorar formas de criar serviços de reembolso para usuários de criptomoedas.

O emissor de cartão de crédito global Mastercard arquivou a nova patente de aplicação, intitulada “Infraestrutura de transações de informações”. Depois de ter sido submetido no final de janeiro, a mesma foi publicada em 3 de agosto pelo US Patent and Trademark Office (USPTO).

A equipe de desenvolvedores não é grande ou cheia de especialistas, com apenas Vladimir Goloshchuk, antigo analista sênior da Mastercard, sendo indicado como único inventor.

Embora o mecanismo do livro-razão público usado pelas criptografias seja efetivo para evitar duplicações de unidades de valor, o processo de verificação é relativamente intensivo em recursos, o que significa que muito menos transações podem ser realizadas do que em um sistema centralizado.

Como as transações são públicas e irreversíveis, é desafiador alcançar todas as características dos sistemas de dinheiro eletrônico centralizado – em particular, o processamento de reembolsos pode ser particularmente desafiador.

Seria desejável conseguir uma infraestrutura de dinheiro virtual que permitisse o uso de criptografia com uma gama de serviços comparável ao alcançável com sistemas de dinheiro eletrônico centralizados.

O aplicativo deve criar uma infraestrutura que permita aos usuários verificar suas identidades ligadas a endereços de criptografia que elegerão de forma independente o nó de divulgação. De acordo com o exemplo fornecido no texto do aplicativo, o sistema funcionará da seguinte maneira:

“Uma transação típica envolvendo um pagamento de Alice para Bob opera da seguinte maneira: Bob cria um novo endereço usando o cliente da criptomoeda e fornece o endereço (uma chave pública para uma chave privada detida por Bob) para Alice, como destino para o pagamento. Alice faz a transação usando seu cliente de criptografia, indicando um pagamento ao endereço indicado por Bob de um de seus próprios endereços – isso é feito assinando um pedido de transação com sua chave particular para o endereço, sendo a chave pública ativa para estabelecer que a transação foi enviada por Alice para o endereço de Bob”.

A solução pode ser mais útil em situações em que os usuários estão enviando pagamentos à comerciantes de contas em corretoras, por exemplo, onde seus fundos podem ser armazenados juntamente com fundos pertencentes a outros usuários.

Hoje, no caso de alguém ter que fazer um reembolso, ele/ela deve enviá-lo de volta a um endereço vinculado à conta do destinatário. De tal forma, o titular da carteira poderá, então, precisar descobrir a fonte dos fundos recebidos e o motivo. Para superar esses inconvenientes, a Mastercard propõe um serviço compartilhado, que permite que seus usuários tenham dois tipos de carteiras:

“O princípio básico do arranjo é que um usuário do serviço de carteira compartilhada possui dois tipos de carteira. Em primeiro lugar, eles têm uma carteira “pública” para operações on-the-chain, as quais são publicamente visíveis e verificadas. O usuário fará e receberá pagamentos de criptografia externos ao serviço de carteira compartilhada usando uma carteira pública. Usando esta abordagem, o problema de reembolso pode ser resolvido – um pagamento recebido da carteira pública pode ser reembolsado por um pagamento igual de volta à carteira pública”.

 

Fonte: https://www.btcsoul.com

 

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Saiba quais são as 30 marcas mais falsificadas do mundo 15.08.2017

O Portal ‘Love Money’ divulgou uma lista com as 30 marcas mais falsificadas no mundo. Cerca de 63,2% dos produtos falsos são originários da China, e os itens mais pirateados são os de empresas norte-americanas. Confira:

1 – The North Face
2 – Cartier
3 – Hermès
4 – Levi’s
5 – Tiffany & Co.
6 – Coach
7 – Ugg
8 – Polo Ralph Lauren
9 – Lipitor 
10 – Samsun
11 – Walt Disney
12 – Ray-Ban
13 – Gucci
14 – Michael Kors
15 – Viagra
16 – Cialis
17 – Tamiflu
18 – Chanel
19 – Louis Vuitton
20 – Adidas
21 – Rolex
22 – Nike
23 – Apple
24 – Marc Jacobs
25 – Bulgari
26 – Samsung
27 – MAC Cosmetics
28 – Burberry
29 – SuperMatch
30 – OtterBox

Fonte: www.caiooliveira.com

 

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Nota publicada no Jornal do Comércio, coluna de Affonso Ritter, na edição de hoje 10.08.2017

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Governo quer rito sumário para patentes 10.08.2017

O governo trabalha na criação de um regime emergencial para a análise de patentes com o objetivo de limpar o estoque de pedidos acumulados no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). A promessa é zerar o passivo de 231 mil requerimentos no órgão. Hoje o tempo de espera para obter o reconhecimento de patentes chega a até 14 anos.

Uma minuta de decreto está em gestação no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) para viabilizar um procedimento de análise simplificada. A iniciativa tem sido chamada pelo próprio governo de "solução extraordinária" para lidar com esse acúmulo e prevê o deferimento em caráter sumário dos pedidos no prazo de um ano.

A medida tem o potencial de gerar polêmica. Por um lado, acelera as concessões de patentes e deve colocar ponto final no drama de milhares de empreendedores que aguardam o reconhecimento de suas inovações. Especialistas, no entanto, já apontam a possibilidade de judicialização.

Quem apresentou pedido de registro da patente até 2014, três anos antes da publicação do decreto, passará automaticamente pelo balcão expresso do INPI - a não ser que solicite formalmente sua permanência no rito ordinário de análise. Para quem fez o requerimento depois de 2014, a lógica é inversa: fica no procedimento normal de avaliação - exceto manifestação em contrário.

No rito sumário, os pedidos de patentes serão aprovados conforme seus requerimentos. Partes interessadas, como empresas que se oponham à concessão da patente, terão 90 dias para se manifestar e apresentar subsídios contra a decisão do INPI. Técnicos do governo veem esse mecanismo como um autoajuste do mercado. Produtos farmacêuticos devem ficar de fora do novo regime.

A proposta do ministério foi apresentada na segunda-feira para representantes do setor privado reunidos na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Houve um compromisso de que a "solução extraordinária" não sairá como um pacote fechado, mas vai ser precedida de consulta pública. "Sob o ponto de vista da indústria, é uma iniciativa excelente", afirma o diretor do departamento de competitividade e tecnologia da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

Segundo a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (Ompi), o tempo médio para decisão sobre requerimentos de patentes é de 10,2 anos no Brasil. Nos Estados Unidos e no Escritório Europeu de Patentes, esse prazo é de 2,2 anos. No Japão, fica em 16 meses.

Na tentativa de dar mais celeridade aos processos, o governo nomeou 150 novos examinadores de patentes. Com isso, o INPI tem hoje 324 servidores fazendo esse tipo de trabalho. A produtividade por examinador tem aumentado ano após ano e deve alcançar 55 análises em 2017. Nesse ritmo, contudo, a limpeza total dos passivos levaria 13 anos - sem levar em consideração, obviamente, a chegada de novos requerimentos.

Uma das opções estudadas pelo governo foi a contratação de 687 servidores, permitindo zerar o estoque em aproximadamente oito anos. Mas isso teria custo fiscal superior a R$ 1 bilhão com salários, no período, e implicaria elevada ociosidade de mão de obra a partir do 9º ano.

"A melhoria da competitividade das empresas brasileiras passa também pela propriedade intelectual, de modo que assumimos como compromisso encontrar caminhos para resolver o problema do backlog de patentes no INPI", disse ao Valor o ministro da Indústria, Marcos Pereira. "Estamos apresentando ao setor produtivo, ainda que de forma preliminar, uma alternativa administrativa capaz de reduzir dramaticamente o estoque. De maneira bastante transparente, foi a opção que se mostrou possível."

Roriz, da Fiesp, se antecipa a críticas de que as patentes concedidas pelo rito sumário serão de "segunda categoria" e defende sua robustez. Para ele, atacar o problema do passivo no INPI é crucial. "Se não mexermos com o backlog, também não se consegue normalizar o fluxo. Precisa de um tratamento de choque."

Para o advogado Bernardo Santos, especialista em propriedade intelectual do escritório Fialho Salles, outras medidas tomadas recentemente para dar mais agilidade aos processos no INPI não surtiram muito efeito para o passivo acumulado. "Virou uma bola de neve", afirma. "É um órgão extremamente qualificado, a ponto de até pecar de vez em quando pelo excesso, com um alto rigor de análise dos processos."

Falando em tese, sem conhecimento específico da minuta de decreto, Santos vê riscos de contestações judiciais. "Inegavelmente existem prós e contras, mas é possível que haja questionamentos se o INPI não estaria fugindo de sua missão legal", diz. Na sua avaliação, o ponto mais positivo é o reconhecimento pelo governo do impacto econômico gerado por um sistema de patentes ruim.

Fonte: Valor Economico

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Grupo Marpa – Gestão Tributária aposta em serviços exclusivos para atender empresas de todo o País 08.08.2017

Escritório apresentou crescimento acima do esperado em cenário de retração do mercado nacional

 

O Grupo Marpa – Gestão Tributária está se consolidando no mercado por buscar serviços exclusivos para atender a demanda de empresas de todo o país. O escritório se especializou em quatro que considera inovadores: dação em pagamento, nos impostos de importação sobre itens da cesta básica, na emissão de carta fiança e no regime monofásico, mecanismo para apurar o direito ao crédito de PIS e COFINS dos produtos que respeitam o regime da não cumulatividade.

A empresa possui escritório matriz em Porto Alegre, sedes em SP e Paraná, com abrangência em todo território nacional. O Grupo Marpa – Gestão Tributária tem aumentado consideravelmente sua participação no mercado. “Em virtude de um cenário de retração nacional, tivemos um crescimento de 200% nos nossos negócios em 2016. Cada dia mais, estamos atendendo as empresas com débitos tributários que chegam até nós em busca de soluções”, ressalta Leandro Rezende, CFO do escritório.

Um dos diferenciais do escritório é buscar o que há de mais recente nas áreas alcançadas. “Nosso objetivo maior sempre será atender nossos clientes da melhor maneira possível oferecendo a eles as novidades do mercado”, diz Rezende.

 

 

 

 

 

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