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Marpa
Advogada da Marpa ministra palestra para alunos da Escola Estadual Irmão Pedro 12.09.2017

Os alunos da Escola Estadual Irmão Pedro, em Porto Alegre, tiveram uma atividade diferente na manhã de hoje (12). A advogada do Grupo Marpa Marcas, Patentes e Inovações, Dra. Dolly dos Santos Outeiral Fialho, ministrou uma palestra com o enfoque em marcas para aproximadamente 80 jovens estudantes. 

O encontro fez parte do “Galo Week Encontro Publicitário” organizado pela escola. De acordo com Dolly, ações como essas ajudam a disseminar os conceitos de marca e a importância do registro da mesma para as empresas. “Como o público alvo da palestra foram os alunos de publicidade da instituição,abordei aspectos que reforçam a singularidade de cada marca e as formas como podem ser trabalhadas”, conta a advogada.

Dolly atua no grupo Marpa há oito anos e é especialista em Direito Empresarial, com ênfase em Propriedade Intelectual.

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Farinha de Cruzeiro do Sul é o primeiro produto do Acre a ganhar Selo de indicação geográfica, diz Embrapa 08.09.2017

A tradicional farinha de Cruzeiro do Sul, base da economia da cidade, conseguiu adquirir o selo de indicação geográfica pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). A informação foi confirmada pelo chefe-geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Eufran Amaral. O projeto para adquirir o selo já durava mais de nove anos.

A Embrapa fazia parte do projeto na pesquisa de qualidade da farinha produzida na região. Amaral disse que mais de 800 casas de farinha foram mapeadas na região com o intuito de fornecer informações para a obtenção do selo.

“Foi uma iniciativa do Ministério da Cultura, Embrapa, Sebrae e outros parceiros. É a primeira farinha do mundo a receber esse selo, e é o primeiro produto do Acre, isso tem uma importância muito grande”, falou.

Amaral afirmou ainda que a farinha é um dos primeiros produtos na região a receber o selo de indicação geográfica. Com o selo, o consumidor poderá saber verdadeiramente se a farinha é de Cruzeiro do Sul.

“Agora a farinha vai ter um certificado de origem, o consumidor vai poder ter a certeza de que o produto é realmente daqui, fortalecendo a produção do produto e reafirmar a valorização”, acrescentou Amaral.

O chefe-geral explica que o selo de indicação geográfica significa a comprovação de que o produto foi produzido dentro dos padrões exigidos e que se trata de uma farinha da cidade.

“É a certificação de que vem de Cruzeiro do Sul e tem qualidade. Por isso é um processo demorado porque passa por várias etapas até que se possa comprovar que o produto é merecedor do selo de qualidade e de localização. Os consumidores vão poder saber que se trata de um produto original”, finalizou.

Fonte: g1.globo.com

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Cresce investimento em geração solar 08.09.2017
Depois do vento, o sol. Ao longo dos próximos dez anos, a energia solar deverá ter forte incremento na matriz elétrica nacional, assim como a força dos ventos teve na última década, segundo projeções de empresas, governo e analistas. A partir de 2020, prevê-se a instalação de 1000 MWp (megawatts pico, potência usada para a fonte) por ano, sendo que em 2026 o país poderá deter 10 GWp de centrais solares e 3,5 GWp de geração distribuída solar, de acordo com estimativas do Plano Decenal 2026, ainda em fase de elaboração final.
 
O país, que hoje tem pouco mais de dez mil ligações de microgeração em residências e comércio, deverá ter mais de 800 mil daqui a uma década. O crescimento está no radar da SolarGrid, que venceu duas concorrências privadas recentemente. Em uma investirá R$ 1 milhão para erguer duas plantas solares em Januária (MG), que irão abastecer mais de 40 escolas de Minas Gerais a partir de janeiro.
 
A rede de ensino, que gasta mais de R$ 3 milhões por mês de luz, deve ter uma redução de 40% na conta. No primeiro semestre de 2018, a empresa deve concluir R$ 25 milhões em investimentos para construir três plantas solares no Norte de Minas Gerais para abastecer cerca de 90 farmácias de uma rede no Estado. “Há outras concorrências que começam a surgir, como a de agências bancárias, e esse movimento deve se acelerar”, afirma Diogo Zaverucha, sócio da empresa. Se nesse ano a movimentação do mercado corporativo ficar em 10 MWhp, em 2018 pode ser dez vezes mais.
 
Investimentos também estão sendo feitos por grandes grupos de olho na expansão da fonte. O maior deles é tocado pela Enel, que está construindo três parques solares no Nordeste. Em setembro de 2015, em Tacaratu, sertão de Pernambuco, o grupo italiano inaugurou o primeiro parque híbrido pioneiro no país, que combina turbinas eólicas de 80 MW com placas fotovoltaicas. O investimento total foi de cerca de R$ 660 milhões.
 
O projeto da Enel é um dos que foram contratados, em 2013, pelo governo pernambucano no primeiro leilão de energia solar promovido no Brasil. Já nos leilões de 2014 e 2015, promovidos pelo governo federal, a empresa arrematou os três maiores projetos solares em construção no país. Em junho, deu início à operação do parque solar Lapa (BA), com dois meses de antecipação em relação ao prazo fixado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
 
O empreendimento, que soma 158 megawatts (MW) de potência, é o maior em operação no país. No leilão de energia de reserva de 2015, foram contratados os projetos Horizonte (103 MW) e Nova Olinda (292 MW), em fase final de construção. “Apoiamos a transferência de tecnologia de parceiros europeus com fabricantes nacionais para desenvolvermos alguns equipamentos que não existiam aqui, estimulando a cadeia de suprimento. Com o crescimento do mercado esses fabricantes poderão vir para cá”, diz Carlo Zorzoli, presidente da Enel.
 
Em maio, a CPFL Energia anunciou a criação de uma nova empresa, a Envo, voltada para geração distribuída solar para clientes residenciais e comércios de pequeno porte. Segundo a resolução 482 da Aneel, quando a quantidade de energia gerada por um microconsumidor em determinado mês for superior à energia consumida no período, ele ganha créditos que podem ser usados para diminuir a fatura dos meses seguintes. Nos grandes consumidores, a CPFL aluga os equipamentos em contratos de longo prazo.
 
A microgeração distribuída solar avança em meio à crise econômica. Cerca de 300 clientes de média e baixa tensão estão conectados à rede de distribuição da Light, sobretudo na Zona Sul do Rio de Janeiro e na Barra da Tijuca. Em Pernambuco, em dois anos, o número de clientes que gera parte da energia que consome subiu 450%.
 
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) contabiliza 270 sistemas de geração ligados e 100 em andamento. Em 2015, o número não ultrapassava 47 em todo o território pernambucano.
Na Alemanha, a microgeração distribuída responde por mais de 15 GW de capacidade instalada, superior à hidrelétrica de Itaipu, com 12 GW, informa o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Rodrigo Sauaia.
 
A expansão da energia solar tem motivado outros elos da cadeia. A Huawei abriu recentemente área de produtos e soluções voltadas para energia fotovoltaica. O objetivo é contribuir para usinas 100% inteligentes, com painel de monitoramento que recebe informações de sensores embarcados nos inversores solares. Já a Usiminas está fabricando perfis e tubos galvanizados para aplicações fotovoltaicas. “Nosso produto nos posiciona mais à frente na cadeia de valor da siderurgia”, diz Ascanio Merrighi, diretor executivo da Soluções Usiminas.
 
Fonte: Valor Econômico 
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Rio ganha centro de incentivo à inovação e ao empreendedorismo 05.09.2017

O Rio de Janeiro ganhou nesta quinta-feira (24) um novo espaço voltado para o incentivo ao empreendedorismo e à inovação: o Oito vai atuar no desenvolvimento de novas empresas (startups), na aceleração de startups mais maduras e na pesquisa de desenvolvimento da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).

O Oito funciona no prédio que abrigava o Oi Futuro, em Ipanema, na Zona Sul do Rio, e terá espaço para que os novos empreendedores trabalhem conjuntamente (coworking), com apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação. A coordenação técnica do projeto ficará a cargo do Gênesis, instituto de empreendedorismo da PUC-Rio.
Segundo o diretor financeiro da Oi, Carlos Brandão, a ideia principal é que o Oito seja um espaço para integrar inovação e colaboração. Entre as áreas de interesse a serem incentivadas, estão soluções para a internet das coisas, serviços de saúde e de educação, publicidade digital, soluções de eficiência e produtividade e projetos voltados para a informatização de centros urbanos (smart cities).

Empreendedores interessados em apresentar projetos devem se cadastrar no site do Oito até 15 de outubro. Os projetos selecionados receberão, a partir do início de 2018, aporte financeiro de até R$ 150 mil, capacitação em negócios, espaço de trabalho e mentoria de executivos da Oi e de empresas parceiras, que inclui pesos-pesados do setor de tecnologia como Nokia, IBM e Oracle.

Para a seleção de um projeto, a equipe do Oito levará em conta aspectos como o grau de inovação tecnológica, o potencial de mercado, a qualificação da equipe envolvida e o estágio de desenvolvimento da ideia.

Fonte: G1

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Nota publicada na coluna da Marta Sfredo - Jornal Zero Hora - Edição de 2 e 3 de setembro 05.09.2017

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Inovar vai além de ter uma boa ideia: é preciso ousar e persistir 31.08.2017

Inovar não é só ter uma ideia boa. É também uma questão de ousadia e de persistência. Na última reportagem da série que o Jornal Nacional apresenta nesta semana sobre o esforço de brasileiros para inovar, a Sandra Passarinho mostra que a lista de problemas vai da dificuldade para conseguir incentivos até o excesso de burocracia.

Essa não é uma nebulização comum. A fumacinha é de um medicamento inovador para tratar o câncer de cérebro.

“Eu não fazia planos para o carnaval do ano que vem, uma viagem. Eu não fazia planos a longo prazo, porque eu não sabia se ia estar viva. Agora eu faço planos”, disse a advogada e paciente Lourdes Sauer.

A substância que traz uma esperança para pacientes é chamada de álcool perílico, um óleo extraído de frutas cítricas, como o limão. A novidade descoberta pelo médico da Universidade Federal Fluminense e sua equipe é que a inalação desse óleo pode reduzir o tumor e controlar a doença, complementando o tratamento convencional. Doutor Clovis começou a aplicar testes em pacientes e o tratamento continua em fase experimental.

Lourdes descobriu o câncer em 2009, operou, e desde 2013 faz a inalação do álcool perílico.

Sandra: O tumor reduziu?
Lourdes: Está totalmente inerte. Ele não está em atividade. Ele está quieto.
Sandra: Isso aparece nos resultados?
Lourdes: Sim, sim.

O médico demorou 13 anos até conseguir a patente da inovação, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial em 2014, e extinta meses depois, no mesmo ano, por falta de pagamento de uma anuidade. Ele só recuperou a patente em junho de 2017, depois de recorrer ao Superior Tribunal de Justiça. 

O próximo passo é procurar uma indústria que se interesse em produzir o medicamento, se o resultado final dos testes for positivo. A burocracia e o longo tempo perdido atrapalham o futuro dos projetos, na opinião do doutor Clovis.

“Os investidores querem segurança e nós não podemos dar essa segurança devido ao nosso atraso no sentido de tecnologia e inovação”, explicou o pesquisador Clovis Orlando da Fonseca.

Cinco universidades americanas estão interessadas em fazer testes clínicos com esse álcool.

“Nós temos pressa. ‘Mas é porque ainda não saiu lá no ministério. Ah, porque depende’. Não interessa. Para a gente, não interessa. Interessa é ter o remédio hoje. E quem tem câncer tem pressa”, afirmou o engenheiro e paciente Fernando Moreira.

O INPI começou, em 2016, a facilitar o exame dos pedidos de patente na área da saúde, considerados estratégicos para o SUS. Nesse caso, quem solicita pode passar à frente na fila de espera, que tem mais de 200 mil pessoas. Mas o presidente do INPI reconhece a enorme dificuldade para se conseguir a maioria das patentes no Brasil.

“O trâmite de uma patente hoje está estimado em 10 anos e 9 meses. A nossa capacidade de exame técnico hoje é de cerca de 9 mil patentes por ano. E, nos últimos 3 anos, a média de pedidos que o INPI tem tido é 30 mil pedidos. Então nós estamos sempre aquém”, explicou o presidente do INPI, Luiz Otávio Pimentel.

A dificuldade para obter uma patente ajuda a manter o Brasil em baixa no índice global da inovação. Pense no ranking da inovação como uma ladeira em que o ideal é chegar ao topo e quanto mais alto melhor. Subir, é claro, é sempre mais difícil do que cair, porque a competição entre os países só aumenta. Mas onde estamos?

Entre 2011 e 2016, o Brasil caiu do 47º lugar para o 69º. Na região da América Latina e Caribe, o Brasil ficou atrás do Chile, Costa Rica,México, Uruguai, Colômbia e Panamá. E estamos a uma longa distância dos cinco primeiros colocados:  Suíça, Suécia, Holanda, Estados Unidos e Reino Unido. 

O Brasil investe apenas 1,27% do PIB em pesquisa e desenvolvimento e 2/3 desse dinheiro vêm apenas do estado. O professor Caetano Penna, da UFRJ, diz que essa situação precisa mudar. Ele acredita que inovar tem que ser um esforço coletivo.

“A inovação vem das empresas, mas o estado tem um papel de coordenar e também de fomentar a inovação com financiamento ou com outras políticas estratégicas. A inovação é esforço coletivo, então quando nós juntamos diferentes cérebros jovens dentro do mesmo espaço, o potencial de gerar ideias inovadoras é muito grande”, afirmou o economista Caetano Penna.

Veja um exemplo dessa iniciativa no Senai Fab Lab, um laboratório de fabricação. Os primeiros passos rumo à inovação levam a esse ambiente informal onde a única regra é criar com rapidez, em pequena escala e para desenvolver produtos que atendam a interesses das indústrias.

Os garotos estão quebrando a cabeça para criar um protótipo de uma nova máquina para fazer chapas metálicas. A encomenda é de um fabricante que não tem obrigação de comprar a peça.

“Na parte do protótipo, teve uns problemas que a gente montava e não é assim e desmonta. Até conseguir chegar nisso foram muitas dificuldades, muitos desafios”, contou uma aluna.

“Além de você saber que está tendo uma crise, está difícil lá fora, isso te motiva ainda mais”, contou outro estudante.

Semanas de preparo e de vai e vem no laboratório, e o protótipo está pronto. Hora de o empresário conferir a inovação e fazer um ajuste final: “Agora vai funcionar. Corta automático. Antes era um funcionário que vinha aqui e fazia”, disse o empresário Orlando Marques.

Sandra: Cortava manualmente?
Orlando: Exatamente. Ele já sai e já cai aqui.
Sandra: Pelo o que o senhor está dizendo, esse protótipo está aprovado?
Orlando: Está aprovado por mim! A gente precisa das ideias desses jovens, porque às vezes a gente não dá atenção para certas coisas e são até óbvias.

“Tem faltado inovação, tem faltado aquela pessoa que pensa diferente, porque é tudo naquela metodologia. É tudo naquela rotina. Mas, às vezes, é necessário você se desafiar. Ás vezes é necessário você sair daquilo que você está acostumado para você ver que existe outro horizonte”, declarou a técnica em eletrônica Juliana Ferreira da Silva.

No passado se achava que o inovador era um gênio da lâmpada. Bastava acender e surgia uma grande ideia. Mas como a gente acabou de ver nessa reportagem, hoje em dia, as inovações em geral surgem de uma troca de experiências entre pessoas que de alguma forma descobrem um novo significado em coisas que já existem. O amanhã será um outro dia para tentar reinventar a vida.

Fonte: G1.globo.com

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Microsoft registra patente de tela sensível à força dos toques do usuário 31.08.2017

A descoberta de uma patente da Microsoft, que exibe um display capaz de reagir de acordo com a força dos toques do usuário, reacendeu os rumores de que um Surface Phone estaria sendo desenvolvido. Muitos entusiastas da ideia esperam um ressurgimento da linha de smartphones da companhia de Redmond ansiosamente, mas é possível que eles tenham de esperar sentados.

Vamos, primeiro, aos fatos. No documento registrado pela empresa junto às autoridades de patentes dos Estados Unidos está descrito um sistema que permite interações diferentes com o sistema operacional de acordo com a pressão exercida pelo usuário sobre a tela. A tecnologia é demonstrada em um smartphone com uso de caneta stylus.

É, basicamente, um funcionamento semelhante ao que já temos hoje nos dispositivos da Apple, por exemplo. Um toque simples abre um aplicativo, enquanto diferentes aplicações de pressão podem servir para dar acesso a atalhos e outras funcionalidades. A patente permitiria o funcionamento desse sistema até mesmo em aparelhos com telas pequenas, daí a necessidade de mais precisão com uso de uma stylus.

Os documentos entram em detalhes técnicos como sistemas de calibração, que seriam usados para garantir a precisão necessária em diferentes tamanhos de tela e modelos de aparelhos. Além disso, desenvolvedores também teriam acesso à função, o que permitiria que ela abrangesse ainda mais gente e diversos aplicativos.

As esperanças de que um Surface Phone estaria próximo, entretanto, foram derrubadas com a constatação de que a patente foi registrada em 2015. Mais especificamente, em setembro daquele ano, apenas semanas depois de a Microsoft realizar uma demissão em massa em sua divisão de smartphones, algo que, como sabemos, foi o começo do fim para a linha Lumia e também do sistema operacional Windows Phone.

Mesmo com o sucesso dos tablets e notebooks da marca, um retorno ao mundo dos celulares parece bastante improvável. A Microsoft nunca veio a público para falar especificamente sobre um encerramento nesse tipo de investimento, demonstrando isso mais por suas atitudes. Ela nunca falou especificamente sobre um Surface Phone, apesar de ter comprado domínios online relacionados a um aparelho desse tipo.

E aí entra um trecho específico da patente, que afirma que, apesar de a tecnologia estar sendo demonstrada em um smartphone, ela não é restrita aos celulares. A Microsoft afirma, na documentação, que o dispositivo em questão é apenas um exemplo, mas que o sistema de reação à pressão dos toques pode ser utilizado em qualquer tipo de dispositivo com touch screen, desde tablets e smartwatches até consoles de videogame.

A Microsoft não falou especificamente sobre a descoberta da patente, nem de seus planos com ela. Registros desse tipo nem sempre indicam tecnologias efetivamente em desenvolvimento para uso prático, pois podem representar apenas medidas de proteção de invenções ou tecnologias proprietárias, além de esforços de licenciamento para obtenção de royalties.

Fonte: Patently Apple

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Forever 21 é acusada de plagiar camiseta feminista de grife independente 29.08.2017

A gigante de fast fashion Forever 21 está sendo acusada de plágio novamente. Desta vez, no entanto, a acusação ainda envolve a causa feminista. Isso porque a rede varejista teria copiado uma camiseta da grife independente Wildfang de apoio à luta pelos direitos das mulheres.

Usada por celebridades como St. Vincent, Sophia Bush, Kate Mara e Ellen Page, a camiseta com os dizeres "Wild feminist", ou "feminista selvagem", tinha parte de seu lucro destinado a instituições que defendem mulheres nos Estados Unidos, como a Planned Parenthood e a ACLU.

"Quando você rouba essa camiseta, você não está roubando apenas de nós, você também está tirando dinheiro da Planned Parenthood e da ACLU, porque 10% de todos os produtos que fazemos vão diretamente para eles", argumentou a CEO da Wildfang, Emma Mcilroy, ao site Refinery29. 

A camiseta original custa US$ 40, enquanto a versão da Forever 21 sai por US$ 10,90. A diferença de preço entre as duas peças também foi questionada pela CEO da Wildfang:

"Eu adoraria saber quanto cada um nessa cadeia de produção recebeu, porque nós pagamos muito acima no salário mínimo para todo mundo na minha empresa. Eu não sei como você faz um produto desse tipo — eticamente e de forma sustentável — por dez pratas", afirmou.

Não é a primeira vez que a Forever 21 é acusada de plagiar concorrentes. A marca de artigos esportivos Alala e a grife de joias Sorelle já fizeram acusações semelhantes. Além disso, a varejista ainda enfrenta um processo contra a Gucci e a Adidas em torno do uso de listras em alguns produtos.

Fonte: O Globo

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Consulta pública sobre deferimento simplificado de patente vai até 31 de agosto 29.08.2017

Foi prorrogado, até o dia 31 de agosto, o prazo para enviar contribuições na consulta pública a respeito da proposta de norma sobre o procedimento simplificado de deferimento de pedidos de patentes. A consulta pública está sendo promovida pelo INPI e pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). 

A proposta prevê que os pedidos de patente com protocolo do depósito ou do requerimento de entrada na fase nacional realizado até a data da publicação da norma e que aguardam exame serão deferidos no prazo de 90 dias, desde que preencham certos requisitos e não tenham recebido subsídios fundamentados por terceiros. Os pedidos de patente sobre produtos e processos farmacêuticos estão excluídos deste procedimento simplificado.  

Os usuários podem acessar a minuta da norma e a proposta do fluxo administrativo no site do INPI, bem como o formulário para responder à consulta e o documento de justificativa da proposta, na página de Consultas Públicas.

Fonte: INPI 

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Monsanto consegue a patente do brócolis 24.08.2017

O Escritório Europeu de Patentes em Munique concedeu à francesa Monsanto a patente do brócolis. Parece surreal, mas aconteceu: uma empresa chamada Seminis, cuja dona é a Monsanto, recebeu a patente EP 159765 do brócolis derivado de plantio convencional, derivado de cruzamento e seleção natural de vários tipos de brócolis, que pode acontecer de maneira induzida pelo ser humano ou mesmo naturalmente. A patente cobre as plantas, as sementes e a "cabeça cortada do brócolis". A patente também descreve "uma pluralidade de tipos de brócolis... que crescem em plantios de brócolis."

É comum que empresas como a Monsanto, que entre outras coisas desenvolvem modificações genéticas para diversos tipos de plantas, patenteiem tipos especiais de determinada espécie, desenvolvidos em laboratório. Incomum é que essas empresas sejam capazes de patentear variações de determinado vegetal que foram obtidas somente de cruzamentos e seleções naturais em colheitas, como é o caso dessa vez.

A patente garante a Seminis a exclusividade no plantio dessa variação natural do brocólis. É como dar a alguém a patente de uma composição de água mineral específica, por exemplo. Anteriormente, o Parlamento Alemão e o Parlamento Europeu já tinha se manifestado contra a concessão de patentes do tipo, e na Europa, a ONG No Patents on Seeds! coletou mais de 2 milhões de assinaturas pela proibição de patentes de cruzamentos convencionais.

O perigo, de acordo com a ONG, é que isso vire moda. De acordo com um documento da World Food Organisation, há uma tendência na indústria de biotecnologia de patentar cruzamentos convencionais de plantas para expandir os negócios. Segundo o relatório, as vendas de plantas do tipo, com patentes baseadas em cruzamentos naturais, vão aumentar de 700 milhões de dólares hoje para 3 bilhões de dólares em 2020.

Fonte: Revista Galileu

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