• NOS LIGAMOSPARA VOCÊ
  • ATENDIMENTOONLINE
  • ATENDIMENTO0800 6017778
  • Segunda a Sexta das 8:15 até 18h

BLOG

Marpa
Empresa de tecnologia dos EUA Intel apresenta pedido de patente para reduzir o uso de energia de mineração de Bitcoin 06.04.2018

A empresa americana de tecnologia Intel conseguiu a patente para um acelerador de hardware de mineração de Bitcoin (BTC) que reduziria a quantidade de eletricidade usada na mineração de cripto ao "reduzir o espaço utilizado e a energia consumida pelo hardware de mineração de Bitcoin", de acordo com o pedido de patente junto ao Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos divulgado no dia 29 de março.

A patente, originalmente apresentada em 23 de setembro do ano passado, busca resolver o “desafio para mineradores” de pesquisar através de todo o espaço nonce de forma bruta, minimizando o consumo de energia por hash e maximizando o desempenho por watt".

De acordo com a Intel, isso pode ser feito "otimizando os caminhos críticos nos caminhos de dados do digest e do agendamento de mensagens com uso intensivo de computação", resultando em "tempo extra" que pode "reduzir a capacitância de comutação ou dimensionar a tensão de alimentação" para criar uma "melhoria de 35% na utilização de energia na lógica de digest de mensagem”.

Fonte: Cointelegraph

A mineração de Bitcoin, a qual a Intel se refere como “o tipo mais popular de moeda digital (por exemplo, unidade usada) usada no ecossistema da moeda digital”, precisa de grandes quantidades de eletricidade para resolver algoritmos para mineração da moeda. A energia necessaria para a mineração de Bitcoin tem sido chamada por alguns de um “desastre amniental”, enquanto o outro lado argumenta que a possibilidade de usar eletricidade residual e energia renovável faz com que a mineração não seja um “non-issue” para o meio ambiente.

O pedido de patente descreve que “devido à grande quantidade de energia utilizada e ao custo relativamente alto dessa energia, a mineração de Bitcoins pode ser um empreendimento muito caro. Em algumas modalidades, o custo de mineração de um único Bitcoin pode exceder o valor do próprio Bitcoin minerado”.

Essa relação negativa de custo de mineração, que ocorre temporariamente durante quedas de mercado, foi apontada por Tom Lee da Fundstrat, em um relatório no início deste mês.

O pedido de patente da Intel informa que ele se refere a implementações de ASIC por "conveniência", embora seu sistema possa se aplicar a "qualquer outro dispositivo [...] lógico incluindo, mas não limitado à plataformas processadores, SoCs e FPGA".

Este pedido de patente não é a primeira incursão da Intel na criptosfera. Em maio do ano passado, a Intel fez parceria com a empresa de serviços de transações de saúde e com a empresa de desenvolvimento de software PokitDok para utilizar a tecnologia Blockchain no setor de saúde.

Em setembro de 2017, a Intel anunciou uma colaboração com a empresa chinesa de mídia e tecnologia Tencent para trabalhar em uma solução Blockchain de Internet das Coisas (IoT) e, em outubro se associou a startup de hardware para moeda virtual Ledger para usar sua plataforma Blockchain para armazenamento propriedades de cripto.

 Fonte: Cointelegraph
Leia mais...
Brasil e Reino Unido assinam acordo para acelerar exame de patentes 03.04.2018

Durante a 10ª reunião do Comitê Econômico e de Comércio Conjunto Reino Unido-Brasil (JETCO, na sigla em inglês), realizada em Londres, o diretor-executivo do INPI, Mauro Maia, e o diretor-executivo e controlador-geral do Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido (UKIPO, na sigla em inglês), Tim Moss, assinaram um acordo que vai acelerar a análise de pedidos de patentes. O acordo prevê a colaboração entre o INPI e o UKIPO através de um projeto-piloto de Patent Prosecution Highway (PPH). Neste modelo de parceria entre dois países ou regiões, o solicitante da patente poderá solicitar que o exame de seu pedido seja priorizado em um dos países, após ter sido concedido pelo outro.

Deste modo, um pedido de patente já concedido no Brasil poderá ter seu exame acelerado no Reino Unido, ao mesmo tempo em que uma solicitação deferida no instituto britânico poderá ser agilizada no INPI. Em média, o prazo é reduzido de cerca de 10 anos (tramitação completa) para nove meses (tempo até o exame após entrada no PPH).

Segundo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, é importante destacar que “patentes concedidas com agilidade são essenciais para estimular a inovação e a competitividade das empresas, inclusive para as que pretendem investir no mercado externo. Também contribuem para atrair investimentos para o Brasil”.

Neste PPH entre o INPI e o UKIPO, que entrará em vigor no terceiro trimestre de 2018, poderão ser incluídos até 100 pedidos de patentes por ano. Os campos tecnológicos ainda serão definidos pelos dois institutos.

Atualmente, o Brasil possui projetos de PPH com os Estados Unidos, o Japão, a China, o Escritório Europeu de Patentes e os países latino-americanos que fazem parte do projeto denominado Prosur.

Acordos

Durante a reunião, Marcos Jorge e Liam Fox, secretário de Estado para o Comércio Internacional do Reino Unido, assinaram um memorando de entendimento para fomentar temas importantes no comércio bilateral, como facilitação de comércio, cooperação regulatória e promoção da cultura exportadora, com estímulo para maior participação das micro, pequenas e médias empresas no comércio exterior.

Além disso, o memorando alcança ainda o apoio para reestruturação do INPI e para a implementação de instrumentos de compliance para permitir o acesso do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), candidatura oficializada em maio de 2017.

Marcos Jorge ressaltou a importância da parceria com o Reino Unido. “Acredito que uma das características mais importantes de nosso relacionamento tem sido a capacidade de inovar na identificação de meios de fomentarmos projetos de desenvolvimento associado, como é o caso da cooperação no contexto do Fundo da Prosperidade, o Prosperity Fund”, declarou o ministro.

O Prosperity Fund é o fundo de cooperação do Governo Britânico financiado pelo Foreign and Commonwealth Office (Ministério das Relações Exteriores Britânico). Entre 2011 e 2016, o fundo britânico o investiu mais de 14 milhões de libras em projetos no Brasil, com o intuito de melhorar o ambiente de negócios, bem como atrair novos investimentos em infraestrutura com melhorias no ambiente regulatório e capacitação em parcerias público-privadas.

Fonte: MDIC

Leia mais...
Grupo Marpa busca novos parceiros nas regiões Sul e Sudeste 03.04.2018

O Grupo Marpa, líder no registro de marcas, patentes e gestão tributária do sul do país, está em busca de novos parceiros e clientes em abril. Durante o mês, representantes percorrerão feiras de negócios para ampliar os contatos coorporativos e esclarecer dúvidas dos empreendedores. A primeira parada será na cidade gaúcha de Novo Hamburgo e Londrina, no Paraná.

O presidente do grupo, Valdomiro Soares, estará presente no Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, e na Fenasoja, em Santa Rosa. Segundo ele, “as feiras são uma grande oportunidade para conhecer pessoas novas e também ideias que mereçam sair do papel. Estamos sempre em busca de novidades e produtos inovadores, o nosso diferencial é oferecer o acompanhamento completo de processos burocráticos para os nossos clientes”.

Confira a agenda deste mês

 

Rio Grande do Sul

 

Festival de Cervejas Artesanais – 05 a 15 de abril de 2018 – Fenac – Centro de Eventos e Negócios – Novo Hamburgo /RS

Fórum da Liberdade – 09 e 10 de abril – Centro de Eventos da PUCRS (CEPUC) – Porto Alegre /RS

Mostra Noivas – 12 a 15 de abril – Barra Shopping Sul – Porto Alegre /RS

Festa da Colônia Gramado – 19 de abril a 06 de maio – ExpoGramado – Gramado /RS – Brasil

EXPO SUPERMERCADO – 24 a 26 de abril de 2018 – Sams Club – Walmart – Porto Alegre /RS

FENASOJA 2018 – Feira Nacional da Soja – 27 de abril a 06 de maio – Parque Municipal de Exposições Alfredo Leandro Carlson – Santa Rosa /RS

FESTIMALHA – Data não confirmada – Centro de Eventos de Nova Petrópolis – Nova Petrópolis /RS

 

Santa Catarina

 

Fecarroz – Festa Catarinense do Arroz – 26 de abril a 01 de maio – Centro de Eventos de Massaranduba – Massaranduba /SC

EXPO FEMI – Festa Estadual do Milho 28 de abril a 06 de maio – Parque de Exposições Rovilho Bortoluzzi – Xanxerê /SC

 

Paraná

 

EXPOLONDRINA 05 a 15 de abril – Parque Governador Ney Braga – Londrina /PR

MERCOSUPER – Feira e Convenção Paranaense de Supermercado – 10 a 12 de abril – ExpoTrade Convention Center – Pinhais /PR

EXPOFRÍSIA 2018 – Exposição Agropecuária de Carambeí – 27 a 29 de abril – Pavilhão de Exposições Frísia – Parque Histórico de Carambeí – Carambeí /PR

EXPOVEST – Feira Atacadista de Moda Pronta Entrega (outono/inverno) – Data não confirmada – Shoppings Atacadistas (Ciavest, Nabhan, Cianorte Moda, Uninvep da Moda) – Cianorte /PR

 

São Paulo


FEIMEC – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos – 24 a 28 de abril – São Paulo Expo Exhibition & Convention Center – São Paulo /SP

Feira do Empreendedor – 07 a 10 de abril – Pavilhão de Exposições – Parque Anhembi (Pavilhão de Exposições de Alcântara Machado) – São Paulo /SP

Feira Estética in São Paulo – 07 a 09 de abril – Palácio das Convenções – Parque Anhembi – São Paulo /SP

 

Leia mais...
ARTIGO: Imortal tricolor, uma discussão que foi parar nos tribunais 29.03.2018

 

Tramitam na Justiça Gaúcha ações em que se discute a expressão Imortal Tricolor. Promovidas pelo Espaço Cultural Lupicínio Rodrigues e por Lupicínio Jorge Quevedo Rodrigues, elas questionam o uso da aludida expressão por terceiros, ao fundamento de que estariam violando direitos autorais.

 

Na década de 50, o compositor Lupicínio Rodrigues, torcedor fervoroso do Grêmio Football Portoalegrense, criou um novo hino para o time, inserindo na composição a expressão Imortal Tricolor, o que se acredita ter sido uma referência ao goleiro Eurico Lara.

 

Anos após, e diante da popularização dada ao trecho, algumas empresas passaram a valer-se da expressão para nominar seus produtos e serviços, o que atraiu o inconformismo por parte do Espaço Cultural Lupicínio Rodrigues e de Lupicínio Jorge Quevedo Rodrigues, que alegam serem detentores dos direitos autorais oriundos do hino gremista.

 

Algumas demandas já foram analisadas pelo Tribunal Gaúcho que consagrou o argumento de que “não há que se falar em ‘proteção ao pequeno trecho’ quando a referida reprodução não seja o objetivo principal da obra nova, não prejudique a exploração normal daquela reproduzida, nem cause prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores”, reconhecendo a ausência de violação ao direito autoral.

 

Ainda, o Tribunal Gaúcho acrescentou a existência de registros de marca em favor do Grêmio e contendo a expressão, bem como destaca que ela poderia ter sido criada anteriormente ao hino tricolor, citando a história gremista, que afirma ser a expressão “Imortal” oriunda de apelido dado ao goleiro Eurico Lara na década de 30.

 

As demandas possivelmente serão redirecionadas aos Tribunais Superiores, mas, até o momento, a realidade jurídica que se apresenta garante às empresas e ao clube tricolor gaúcho a permanência de uso da expressão “Imortal Tricolor” em detrimento da reivindicação autoral dos demandantes, acalentando, desta forma, o coração da nação gremista, que referencia o seu time através do uso da consagrada expressão.

 

 

Dolly dos Santos Outeiral, advogada do Grupo Marpa

 

Leia mais...
Como as marcas devem se preparar para as demandas dos consumidores no futuro 27.03.2018
Um espaço de dois metros quadrados. Nele, o consumidor coloca um óculos de realidade virtual e subitamente entra no mundo mágico de Harry Potter. Mergulha na experiência de percorrer o castelo de Hogwarts, vivendo situações semelhantes às enfrentadas pelo personagem imaginado por J. K. Rowling.
Só que não é apenas entretenimento: a tecnologia recria eletronicamente um espaço de cerca de 2 mil metros quadrados, onde o que está em jogo também é um negócio. O fã da série transformado em cliente passa a ter à disposição uma loja virtual, na qual ele escolhe o produto licenciado da marca e a forma de pagar, além de definir como será a entrega. Mais do que um exercício de futurologia, o cenário permitido pela realidade virtual (RV) já é apontado por especialistas em varejo como uma possibilidade tecnológica que irá revolucionar o setor.
 
Apple, Google, Samsung, Sony e Facebook, entre outras gigantes, aliam-se a um exercício de startups em uma nova frente da batalha tecnológica da nova economia: a incorporação de aplicações para proporcionar experiências, aprimorar o relacionamento com clientes ou tornar a gestão dos negócios ainda mais eficiente. Além da RV, realidade aumentada (RA), machine learning (ML), data base analytics e inteligência artificial (IA) passam a integrar a lista de apostas. Alguns números indicam que o recurso da RV já não é apenas ficção: a consultoria Statista, especializada em estatísticas na internet, indica que o mercado mundial de realidade virtual chegará aos U$ 12,1 bilhões em 2018, com potencial para até mesmo triplicar até 2020, à medida que for sendo conhecido pelo público.
 
Aplicada ao varejo, a RV é revolucionária. Ainda que a tecnologia precise avançar, tornar-se mais amigável, o fato é que ela sacode o setor. De um lado, em um cenário em que as lojas tendem a ser cada vez menores, por conta do custo de locação ou pelo avanço do e-commerce, os equipamentos de RV ampliam a experiência imersiva de contato do consumidor com o estoque. De outro, é um alerta à possibilidade real de que a indústria possa criar canais de acesso direto ao cliente, contornando as lojas físicas e acelerando o fenômeno da desintermediação. "O processo de compra vai se transformar em algo banal, de um lado, e avançar para além da imaginação, de outro. Na hora em que você tem tudo isso disponível, os fabricantes podem ir direto ao consumidor", garante Marcos Gouvêa de Souza, diretor geral da GS& Gouvêa de Souza, uma das mais influentes consultorias em varejo do País.
 
Para o especialista, a RV é uma das técnicas que irá proporcionar ainda mais experiência e diferenciação ao varejo, enriquecendo o ambiente físico e tornando mais intensa a interação com as marcas. Em um primeiro momento, o custo para implantação ainda assusta as empresas, mas a tendência é de barateamento, o que pode levar à democratização. O mercado estima em R$ 50 mil o desenvolvimento de um projeto profissional na área. O mantra desta guinada tecnológica é o que Souza chama de simplificação sofisticada: interfaces e processos cada vez mais simples na aparência, no ponto de contato com o cliente, mas que por trás são movidos por um nível elevado de complexidade, a serviço do consumidor. "Mas não só para controlar ou para melhorar a rentabilidade. Faço ou vou perder o consumidor para outra alternativa que seja mais simples, mais direta, mais conveniente", alerta.
 
Reconhecida pela excelência em termos de reputação, a marca de cosméticos Natura montou no Parque Ibirapuera, em São Paulo, um espaço para simular a imersão na Floresta Amazônica, de onde saem matérias-primas para os seus produtos, com a participação dos ribeirinhos. A empresa se valeu de um vídeo em 360º para recriar eletronicamente a ambientação. Os exemplos não são novos. Em 2015, valendo-se da tecnologia Google Cardboard, a Renner fez a apresentação de sua coleção de outono-inverno daquele ano. O gadget usado era simples, produzido com papelão, mas também com o potencial de oferecer uma experiência de imersão. Enquanto a realidade virtual permite que se crie um universo imersivo, a realidade aumentada traz elementos do mundo virtual para o real. Como o catálogo da sueca Ikea, que oferece ao consumidor a oportunidade de simular como os seus produtos ficariam no ambiente que pretende ser renovado, bastando para isso percorrer o local com um celular ou um tablet.
 
Especialistas em análise de mercado apontam que a RV e a RA vão transformar a experiência dos clientes com as marcas e os ambientes de trabalho dentro das organizações. No ano passado, uma das maiores empresas globais de soluções inovadoras, a Avanade, detectou que a RA iria começar uma trajetória de afirmação. Para 2018, a tecnologia volta a integrar a lista de principais tendências projetadas. As experiências digitais em lojas físicas ou on-line, tanto com a RV quanto com a RA, estão sendo consideradas grandes parceiras do varejo, sinalizando que a tecnologia tende a se tornar onipresente ao consumidor. Uma pesquisa realizada pelo IDC aponta que até o ano de 2020, 40% das marcas vão proporcionar alguma experiência digital aos seus clientes. O Brasil não está fora do rota da inovação, apesar dos obstáculos do mercado nacional: a Cisco aponta que 67% dos varejistas brasileiros já investem para estarem preparados para o novo front digital.
 
Duas outras tendências apontadas pela Avanade se encaixam na revolução em curso. A primeira é que as tecnologias também serão usadas pelos departamentos de recursos humanos, com o objetivo de refinar a seleção e catapultar a produtividade dos colaboradores. A segunda está no avanço dos assistentes virtuais e de voz. A consultoria cita uma projeção feita pela Gartner, para quem os pioneiros neste tipo de recurso poderão obter um crescimento de 30% na receita de seus negócios até 2021. A inovação avança por todos os poros da empresa, produzindo uma massa enorme de informações, mas o desafio permanece: olhar os dados - lembrando que mais de 2,5 quintilhões de bytes são gerados diariamente - e extrair insights a partir deles, algo para o qual as organizações não estão tão preparadas, nem no Brasil, nem no mundo. O que torna promissora a opção pelo uso de inteligência artificial. "As empresas ainda precisam de estratégia para olhar os insights e transformar em resultado", afirma Caio Camargo, sócio-diretor da GS&UP.
 
Camargo entende que ainda há um clima de paralisia, com um baixo nível de investimento, como se todos estivessem esperando a tendência se concretizar organicamente. O problema da inércia, segundo o consultor, é o risco de perder o timing com o consumidor ou com o cliente, sempre mais exposto à sedução de novos formatos. No caso do varejo, a tecnologia está permitindo que as marcas transitem de modalidade: quem é on passa a ser off, e vice-versa. Um caso emblemático desta dança de suporte é o da AmazonGo. No centro de Seattle, nos Estados Unidos, a gigante do comércio virtual criou uma loja sem caixas. Cada cliente tem um QR que é escaneado ao entrar. Sem cestas, o consumidor pega os produtos que pretende levar e os coloca na sacola. Um sistema de leitura visual e pesagem identifica exatamente o que foi retirado da prateleira. Por trás do mecanismo engenhoso, que pode redefinir o varejo, há uma sólida estrutura de reconhecimento eletrônico de objetos e machine learning.
 
A leveza do modelo Amazon contrasta com setores mais tradicionais. Indústrias como a calçadista se movem para entrar em sintonia. De acordo com Roberta Ramos, diretora de projetos da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o projeto Future Footware busca justamente acertar o passo do setor com o uso da tecnologia, com os novos modelos de negócios e com o comportamento do consumidor. A forma que a entidade encontrou de estimular a compreensão deste cenário tem sido a sensibilização e a ação com os demais elos da cadeia do calçado, com representantes das máquinas, do couro e dos complementos. "A nova economia não permite que a gente mude só um elo da cadeia", afirma Roberta, para quem a indústria padece de algum atraso porque se estruturou sem valorizar as marcas e ainda opera protegida da furiosa concorrência da China.
 
A ideia de criar uma espécie de fábrica virtual, no formato de um game interativo, surgiu justamente para despertar os calçadistas sobre o impacto da tecnologia. Conforme Roberta, o projeto ainda está em fase de desenvolvimento e de captação de financiamento em agências governamentais, mas a proposta é, tendo a gamificação como ferramenta, simular situações concretas da gestão da planta industrial, para que empresários possam observar o que acontece na linha de produção quando alguma decisão ligada à inovação for tomada. Assim, no ambiente virtual, quando uma determinada ação ocorre, o game projeta um resultado diferente, tornando didática a percepção da consequência. O projeto deverá ser lançado em 2019 e está sendo desenvolvido com os demais elos da cadeia do calçado.
 
A inteligência artificial (IA) e o machine learning (ML) também surgem no horizonte como um desdobramento natural da evolução tecnológica. Boa parte do potencial da IA vem justamente do fato de que a economia está estruturada em torno de produtos ou processos digitais. Ou seja, houve um crescimento exponencial das pegadas digitais, rastros que podem ser transformados em dados. Como a capacidade de processamento de informações ficou mais barata nos últimos 10 anos, cruzar dados para encontrar padrões e predizer comportamentos está muito mais fácil - e é basicamente isto o que a IA faz, claro que de uma maneira cada vez mais sofisticada. Para Ronaldo Aloise, da consultoria Way to Grow, de Porto Alegre, especializada no design de negócios, ocorre a partir deste fenômeno uma grande transferência de poder. Ele usa como exemplo o impacto da IA nos processos de análise de mercado, pois o uso do processamento avançado de dados identifica padrões mais complexos que os tradicionais, idade e sexo, por exemplo. "Uma análise de dados inteligente permite ver que características comuns que antes não eram perceptíveis. Isso vai fazer com que mude a estratégia de negócio de todo mundo", garante Aloise.
 
A diferença básica entre IA e ML está na capacidade de aprendizagem. Ambas mimetizam o comportamento humano, buscam correlações e padrões entre grandes massas de dados. A ML, no entanto, refere-se à capacidade do sistema de aprender com a operação, aprimorando sua resposta. A tecnologia disponível cruza informações entre os elos da produção e do consumo, processando, por exemplo, em uma ponta, dados visuais do olhar de um cliente diante de um produto em uma gôndola de um supermercado e, na outra, os ajustes na dosagem necessária de insumos em um pomar. Tal poder de interconexão gera desdobramentos éticos que precisam ser pesados, tanto a respeito da IA quanto da ML. Aloise enxerga o tema com otimismo. "Um sistema complexo reage rápido e aprende rápido com o próximo. Ninguém tem tempo suficiente para interferir no feedback do sistema. Como é um sistema baseado em feedback, ou entrega o que prometeu ou o sistema rejeita", avalia o especialista, o que garantiria até mesmo uma operação ética para as duas ferramentas baseadas em algoritmos.
 
Mas há aspectos negativos. O primeiro: com a automatização generalizada, o prazo de validade do conhecimento encurta. Como nem todas as empresas e pessoas têm energia para se manter em um ritmo frenético de aperfeiçoamento, ocorre uma concentração na mão de poucos dispostos a se manter sincronizados. O desdobramento natural e nocivo seria a concentração de renda ainda maior nas mãos destes personagens, por mais democrática que seja a ferramenta de análise de dados. "As grandes plataformas de comunicação e relacionamento vão de ter um poder financeiro absurdo", projeta. Um terceiro efeito remete ao computador Hal, do filme 2001: Uma odisseia no espaço. Como, segundo Aloise, os seres humanos têm um instinto de autoproteção aguçado, e os sistemas digitais são projetados por humanos, quem garante que em algum momento estes mecanismos inteligentes não possam aprender a capacidade de, em primeiro lugar, garantir a autopreservação quando diante de um dilema?
 
Como a IA basicamente funciona a partir de modelos matemáticos poderosos e de uma gigantesca capacidade de processamento, sua aplicação é ampla. Rodrigo Barros, sócio fundador da Teia, empresa que desenvolve soluções baseadas na tecnologia, lembra, por exemplo, o uso recente na resolução de problemas jurídicos com algoritmos de IA, que operam com mais precisão do que advogados humanos. É neste caminho que apostam as chamadas law-techs, as startups do mundo das leis. Outra aplicação pertinente, diante do quadro de insegurança vivido no Brasil: com a capacidade de reconhecer padrões em imagens, é possível criar sistemas de segurança que funcionam sem a intervenção humana, com a IA reconhecendo pessoas nas imagens, cruzando com bases de suspeitos e emitindo alertas, se necessário.
 
Neste momento a Teia está focada em projetos de reconhecimento facial. "Estamos trabalhando na parte de controle de acesso a locais restritos, com foco em pontos de grande circulação, como estádios de futebol", adianta Barros. A ideia é, em vez de utilizar mecanismos de biometria como impressão digital - que falha em muitos casos e é intrusivo e demorado -, recorrer ao reconhecimento facial. O usuário caminha em direção à catraca e é liberado automaticamente. A ferramenta é antiga, mas os últimos avanços em ML aperfeiçoaram a precisão e multiplicaram a capacidade de acerto do sistema. "Enquanto a biometria digital falha uma vez em 50 mil casos, o reconhecimento facial falha apenas uma vez em um milhão de casos", projeta Barros. Com os R$ 250 mil que ganhou ao ser selecionada por edital de inovação, a Teia conquistou a parceria da Samsung para aprimorar o produto.
 
Uma das aplicações mais promissoras está nos bots ou chatbots, os programas que usam IA e ML para conversar com o usuário de uma maneira estruturada. Há sistemas eficientes em até mesmo ouvir as reclamações por meio de um call center e, a partir do contato, identificar o sentimento do usuário pela voz. É neste mercado que está acreditando a Nama, de São Paulo, usando a tecnologia do processamento de linguagem natural (PNL) para desenvolver assistentes virtuais e chatbots. Segundo Marcello Batistella, diretor de vendas da empresa, estas ferramentas funcionam por meio de uma linguagem objetiva, gerando menos frustração nos clientes no que nos contatos humanos tradicionais. Ele enxerga que, de 2017 para 2018, houve um salto na busca das empresas por estas soluções. "Por ser uma tecnologia que traz benefícios muito rapidamente, gerou um burburinho. Permite vender mais e reduzir custos, deslocando funcionários para funções estratégicas", explica.
 
À medida que opera, a AI fica melhor, pois processa mais dados e a curva de aprendizagem é exponencial. O diferencial da Nama, conforme Batistella, é usar um sistema em português, que enriquece a resposta dos bots. A concorrência oferece uma base em inglês, o que produz discrepâncias no processo de tradução. Desenvolvido o sistema automatizado, o cliente da Nama pode escolher a plataforma na qual pretende plugar o bot, de acordo com a sua estratégia. Pode ser por Messenger, Telegram ou Skype. Tendo atendido clientes como Pão de Açúcar e Magazine Luiza, Batistella destaca o projeto Poupatempo, que automatiza o atendimento ao cidadão do estado de São Paulo. Quando o bot Poupinha foi lançado, cerca de 50% dos atendimentos eram finalizados com o agendamento concluído, para tirar segunda via de documentos, por exemplo. Oitenta dias depois de lançado, o percentual subiu para 70%. A explicação de Batistella elucida o poder da tecnologia: "a máquina aprendeu".
 
Fonte: Jornal do Comércio
Leia mais...
Grupo Marpa no Tá na Mesa 27.03.2018

No dia do aniversário de Porto Alegre, o presidente do Grupo Marpa, Valdomiro Soares, acompanhado pelo diretor executivo da empresa, William Soares, prestigiaram a palestra do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, no Tá na Mesa da Federasul. O encontro reuniu empresários gaúchos dos mais variados setores.

Leia mais...
Empresa conquista desbloqueio judicial por meio de carta fiança 21.03.2018

Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) deu parecer favorável a um pedido do Grupo Marpa - Gestão Tributária, de Porto Alegre, de antecipação da tutela recursal, que determinava a liberação de valores bloqueados pelo sistema BacenJud, do Banco Central do Brasil. A decisão foi assinada pelo juiz federal Alexandre Rossato da Silva Ávila e é considerada de extrema relevância por especialistas tributários.

A empresa, cliente do Grupo Marpa, havia sofrido uma execução fiscal referente a débitos, que, segundo entendimento da Procuradoria, estariam em aberto, causando prejuízos fiscais. Por meio do trabalho do grupo, a decisão foi revertida, e o juiz acatou o pedido de conversão da caução em penhora por meio da carta fiança oferecida junto ao processo.

Para o professor e diretor jurídico da Marpa Gestão Tributária, Eduardo Bitello, uma deliberação positiva neste caso reforça a estratégia acertada do escritório em utilizar a carta fiança para conversão de caução, ferramenta que produz os mesmos efeitos da penhora e garante a execução nos termos do artigo 9º, II, §2º, da Lei de Execução Fiscal (LEF). "Felizmente, nosso agravo de instrumento foi acatado pelo tribunal. Cabe ressaltar que a empresa/executada que tenha interesse deverá contratar empresas com esta expertise (tanto a carta fiança como a banca), que já tenha precedentes para poder obter a resultado almejado", analisou Bitello.

JC Contabilidade - O que vinha sendo cobrado da empresa que contratou o escritório?

Eduardo Bitello - A Receita Federal estava cobrando da empresa algumas competências em aberto referentes aos impostos federais - PIS, Cofins, Imposto de Renda Pessoa Jurídica e Contribuição Social sobre o Lucro Presumido (CSLL). Ou seja, devido à crise, a empresa estava declarando os impostos, e não estava conseguindo pagar.

Contabilidade - O bloqueio de valores pelo sistema Bacenjud é algo previsto em lei?

Bitello - Sim, há previsão legal no artigo 854 do novo Código de Processo Civil (CPC), de 2015. "Para possibilitar a penhora de dinheiro em depósito ou em aplicação financeira, o juiz, a requerimento do exequente, sem dar ciência prévia do ato ao executado, determinará às instituições financeiras, por meio de sistema eletrônico gerido pela autoridade supervisora do sistema financeiro nacional, que torne indisponíveis ativos financeiros existentes em nome do executado, limitando-se a indisponibilidade ao valor indicado na execução."

Contabilidade - Qual a importância do deferimento do pedido de antecipação da tutela recursal?

Bitello - A importância do deferimento da liminar consiste em liberar os valores bloqueados de forma antecipada, tendo em vista que a quantia bloqueada impactou bastante o bom andamento das atividades da empresas, impossibilitando o pagamento dos fornecedores, funcionários e demais despesas. Ainda, com o deferimento da liminar, a empresa poderá realizar a sua defesa, tendo em vista que garantiu integralmente o valor do débito junto à execução fiscal, respeitando os princípios constitucionais da ampla defesa e do contraditório.

Contabilidade - Muitas empresas devem estar com débitos do mesmo tipo?

Bitello - Sim, muitas empresas estão na mesma situação devido à crise no País. Nesse sentido, grande parte das empresas que aderiram ao Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), também conhecido como Novo Refis, deve R$ 1,18 bilhão em tributos correntes, que não entraram na renegociação por falta de verbas financeiras, ou aderiram e foram excluídas do programa em janeiro deste ano.

Contabilidade - Como funciona o pedido de conversão da caução em penhora por meio da carta fiança oferecida junto ao processo?

Bitello - O pedido de conversão da caução em penhora é realizado no prazo de resposta à execução fiscal, conforme garante o artigo 8º da Lei nº 8.630/80, LEF (Lei de Execuções Fiscais). Na mesma legislação, em seu art. 9º, II, é oportunizado o oferecimento de fiança como garantia da execução. Sendo assim, por meio de petição simples, é realizado o pedido de conversão da caução em penhora, em razão de ação cautelar antecedente na qual já havia sido caucionado os débitos em aberto e objetos da execução fiscal em questão.

Contabilidade - Por que se optou por utilizar essa estratégia?

Bitello - Essa estratégia foi adotada por ser a menos gravosa à empresa diante de todas as possibilidades arroladas no art. 9º da LEF, pois, nas demais, o executado terá um bem indisponível ou valores muito significativos até o trânsito em julgado da ação, na qual levará anos até o julgamento final do processo (trânsito em julgado).

Contabilidade - Os efeitos valem apenas para a empresa que entrou com a ação?

Bitello - A carta fiança garante a execução na sua integralidade. Com isso, a empresa executada pode realizar sua defesa sem o perigo de ter valores bloqueados na sua conta-corrente ou seus bens penhorados, tais como imóvel, veículo e penhora de faturamento. A decisão vale para as empresas que tiveram valores bloqueados, bem como aquelas que receberam ou vão receber execução fiscal da União e do Estado.

Contabilidade - A abertura desse precedente é importante para outras organizações?

Bitello - Sim, pois, dessa forma, a execução fiscal ocorrerá de maneira menos gravosa ao executado (artigo 620 do CPC), e o executado não ficará com um bem (móvel e/ou imóvel) indisponível e/ou valores penhorados na conta-corrente até o transito em julgado da ação. 

Fonte: Jornal do Comércio

Leia mais...
Artigo publicado no Jornal do Comércio 16.03.2018

Edição de 16,17 e 18 de março.

 

Leia mais...
Presidente do Grupo Marpa prestigia governador no Tá na Mesa 15.03.2018

Valdomiro Soares, presidente do Grupo Marpa, empresa líder no registro de Marcas, Patentes e Gestão Tributária no Sul do País, prestigiou a palestra do governador José Ivo Sartori no Tá na Mesa desta quarta-feira (14).

Além do presidente, compareceu ao evento promovido pela Federasul, o diretor tributário do Grupo, Michael Soares.

Leia mais...
PayPal apresentou uma patente para acelerar os pagamentos em cripto, desenvolvedor do Bitcoin alega que ela já existe 13.03.2018

Em 5 de março de 2018, a Cointelegraph informou que o PayPal apresentou uma patente com o Escritório de Patentes e Marcas dos EUA (USPTO) para uma tecnologia cujo objetivo é acelerar os pagamentos em criptomoedas através de uso de carteiras secundárias.

A patente enfatizou fortemente que o sistema de verificação de transações, inclusive os pagamentos em blocos, limitou o potencial de criptomoedas, como por exemplo o Bitcoin.

"Para ter certeza de que a transação em Bitcoin resultará numa transferência para o beneficiário, o beneficiário deve aguardar até que o processo de mineração confirme a transação antes de transferir as mercadorias ou os serviços para o pagador. Em muitas situações de transação, esperar 10 minutos será demais para o pagador ou para o beneficiário, e eles vão preferir realizar a transação usando os métodos de pagamento tradicionais em vez de moeda virtual. Esse tipo de problemas diminuíram a adoção de moedas virtuais, apesar das suas vantagens ", diz a patente.

Desenvolvedor do Bitcoin Peter Todd responde

Peter Todd, um desenvolvedor do Bitcoin e consultor prático sobre criptomoedas, declarou que o PayPal está tentando patentear uma tecnologia que já existe na indústria de criptomoedas, desenvolvida pela Opendime.

A Opendime é estruturalmente diferente de outras carteiras de hardware como a Trezor e a Ledger, que podem ser usadas várias vezes. Opendime é uma pendrive USB que só pode ser usada uma vez, como um porquinho. O pendrive deve ser destruído para usar os fundos armazenados nele, permitindo que ele seja usado como dinheiro em espécie.

A tecnologia patenteada pelo PayPal é semelhante com a da Opedime em que as chaves privadas são trocadas nos bastidores off-chain, de forma instantânea. Como explica a equipe da Opendime, "como colocamos as chaves privadas numa forma física em que você pode confiar, é possível simplesmente transferir as unidades da Opendime para transferir o dinheiro. Não há quantidades de Bitcoin pré-definidas com a Opendime. Armazene quanto mais ou quanto menos você quiser."

"Os sistemas e os métodos dessa divulgação praticamente eliminam a quantidade de tempo que o beneficiário deve esperar para ter certeza de que receberá um pagamento em moeda virtual numa transação de moeda virtual, transferindo as chaves privadas para o beneficiário que estão incluídas em carteiras de moeda virtual que são associadas às montantes predefinidas de moeda virtual que equivalem a um valor de pagamento identificado na transação de moeda virtual ".

A tecnologia do PayPal pode otimizar os pagamentos de criptomoedas?

 

Se a tecnologia do PayPal pode ser implementada numa grande escala comercial, ela poderia permitir que os pagamentos de criptomoeda entre os comerciantes e os compradores fossem feitas instantaneamente e off-chain, eliminando grandes taxas de transação e, o mais importante, os períodos de verificação longos.

A baixa taxa do PayPal e o sistema instantâneo de processamento de pagamento de criptomoedas poderia permitir que os varejistas processem os pagamentos para os usuários sem precisar esperar horas para a verificação.

"Num exemplo específico, um fornecedor de serviços de pagamento, como, por exemplo, o PayPal, Inc. de San Jose, Califórnia, pode usar um dispositivo de fornecedor de serviços de pagamento para executar o método 100 [Método de transferência de chaves privadas do PayPal - Cointelegraph] e em algumas concretizações podem operar em cooperação com um ou mais outros fornecedores de sistema (através de seus dispositivos provedores de sistema) e/ou usuários (por meio de seus dispositivos de usuário) para executar o método 100 discutido abaixo ".

A centralização de pagamentos de criptomoedas e das chaves privadas pode levar a vulnerabilidades e venda de dados, a menos que a tecnologia do PayPal possa utilizar carteiras não privativas de custódia e permitir que os comerciantes e os usuários permaneçam no controle total de suas chaves privadas durante todo o processo.

Fonte: Cointelegraph

Leia mais...
Voltar