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Marpa
A importância da manutenção do registro de marca 03.04.2017

*Valdomiro Gomes, presidente do Grupo Marpa

 

O registro de marcas é um processo que não acontece da noite para o dia e é por isso que é fundamental investir na manutenção de uma marca após a concessão do registro. Algumas precauções podem ser importantes para manter a integridade registrada. A primeira é entender que a marca pode perder o registro em função de alguns fatores. Após, é preciso entender que alguns cuidados devem ser tomados nesse registro. E por fim, é essencial estar atento aos oportunistas de plantão.

 

O que faz com que eu perca minha marca depois de registrada

 

Muitas pessoas que entram com o pedido de registro sem uma assessoria com expertise no mercado, desconhecem que alguns itens podem resultar na perda do registro de marca. São eles a expiração do prazo de vigência da marca, a renúncia da marca, caducidade ou descumprimento do artigo 217 da Lei de Propriedade Industrial.

 

Renovação do registro

 

De acordo com a Lei de Propriedade Intelectual (LPI), o prazo de um registro é de dez anos que passam a vigorar a partir da data de concessão. No entanto, esse registro pode passar por renovações sucessivas que garantem a propriedade da marca. Para que a renovação ocorra sem problemas, alguns itens devem ser atentados.

 

Um deles é realizar a solicitação ao longo do último ano em que o registro está vigente ou até seis meses após o vencimento, mediante pagamento de retribuição adicional. Além disso, o pedido deve ser feito pelo titular do direito que deverá efetuar o pagamento do valor da Guia de Serviços.

 

Caducidade

 

A caducidade consiste no cancelamento de registro de marcas que não estejam em uso vigente ou que estejam sendo utilizadas de forma inadequada.  Caso você identifique que uma marca do seu desejo está sendo mal utilizada é possível solicitar a caducidade e tentar obter esse registro caso a caducidade seja concedida.

 

Renúncia de registro

O detentor de uma marca registrada pode renunciar o seu registro de forma total ou parcial. Na renúncia total, o titular do registro abre mão de todos os produtos ou serviços reivindicados na especificação. Na renúncia parcial, o titular abre mão de parte dos serviços ou produtos reivindicados.

 

Descumprimento do art. 217 da LPI

 

A Lei de Propriedade Intelectual prevê a extinção da propriedade da marca caso o titular do direito seja uma pessoa não domiciliada no Brasil e mantenha um procurador constituído no Brasil para representá-lo na via administrativa e judicial, inclusive com poderes de receber citação.

 

A importância de uma empresa especializada e os cuidados que devem ser tomados

 

Tendo em vista que marca pode ser perdida mesmo quando registrada, é fundamental que um profissional com conhecimentos específicos seja o tutor desse valioso ativo. Por isso, a opção mais acertada é buscar especialistas para efetuar um registro de marca confiável e assertivo, bem como para assessorar o titular a adotar as medidas pertinentes para mantê-lo e utilizá-lo corretamente. Apenas uma empresa especializada irá assegurar que o seu contrato de licenciamento está adequado, por exemplo.

 

Além disso, uma empresa especializada tem profissionais treinados para desenvolver um planejamento estratégico que irá blindar a sua marca. Uma gestão de marca feita por especialistas garante o controle e o acompanhamento de todo o processo burocrático antes e depois do registro, e certamente irá auxiliar a prevenir ou minimizar perdas financeiras.

 

Como proteger a marca de oportunistas?

 

Não raro vemos estabelecimentos se apropriando indevidamente de nomes de marcas conhecidas para tirar vantagem com a venda de seus produtos. Algumas vezes, isso acontece, pois a empresa pode registrar-se em juntas comerciais locais, que atuam no âmbito estadual, ao invés de realizar o registro no INPE que é nacional. Nesse caso, empresas focadas em gestão de marca são ideais para o controle. É preciso denunciar fortemente qualquer tipo de apropriação indevida, a fim de tirar qualquer produto ou marca que esteja sendo usado sem autorização do detentor da marca.

 

Falar de manutenção de marca e dos itens que devem ser atentados para o sucesso desse processo de registro de marca, só servem para reforçar a importância de não apenas pesquisar no site do INPI antes de iniciar o processo, mas, sim, investir em empresas especializadas em defender seu patrimônio e propriedade intelectual.

 

 

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Anvisa e INPI chegam a acordo sobre patentes de medicamentos 29.03.2017

Após sete anos de impasse, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) chegaram a um acordo sobre as regras para a concessão de patentes de medicamentos. Uma portaria conjunta que será publicada nos próximos dias vai definir as atribuições de cada uma das entidades na avaliação dos pedidos.

Mais do que o fim de uma queda de braço que não se resolveu nem mesmo com parecer da Advocacia-Geral da União, a solução abre caminho para tornar mais ágeis os processos e, com isso, o acesso a medicamentos genéricos no País.

“A roda vai voltar a girar”, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo o diretor presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa. A estimativa é que, em razão do conflito de entendimento, pelo menos 21 mil pedidos de patentes relacionados a medicamentos estejam acumulados no INPI e na Anvisa.

Na avaliação de Barbosa, os reflexos desse atraso são incalculáveis. Enquanto o pedido de patente não é avaliado, empresas geralmente se comportam como se o produto estivesse protegido por esse direito. Os preços cobrados pelo medicamento são mais altos e, em virtude da falta de clareza sobre o que vai acontecer com o processo, outras empresas sentem-se desencorajadas a desenvolver versões semelhantes.

Mas, mais do que isso, tal demora acaba prorrogando o início da contagem regressiva da patente, que se dá apenas na formalização da concessão desse direito. “Quanto mais a análise é prorrogada, mais tempo demora para outras empresas lançarem versões genéricas dos medicamentos”, avaliou Barbosa. Na prática, há uma extensão da patente.

Um estudo feito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra o impacto dessa demora. A análise mostrou que, o Sistema Único de Saúde teve um prejuízo de R$ 2 bilhões com a extensão da patente de apenas sete medicamentos.

A polêmica entre Anvisa e INPI teve como ponto de partida a anuência prévia, um mecanismo previsto em lei que permitiu à Anvisa opinar sobre os processos para concessão de patente de remédio, a chamada anuência prévia. O INPI considerou a mudança como uma espécie de “intervenção” em seu trabalho. Isso porque a avaliação da Anvisa era feita somente depois da avaliação do INPI.

Por causa do conflito, uma quantidade considerável de processos ficou sem solução. O impasse se agravou em 2009, quando parecer da Procuradoria-Geral Federal limitou a atuação da Anvisa, determinando que à agência caberia apenas avaliar a segurança e eficácia do medicamento. A decisão foi duramente criticada por defensores da atuação da agência, que consideravam a análise da Anvisa mais criteriosa e mais exigente do que a do INPI.

Um grupo de trabalho foi formado e, em 2012, um entendimento começou a ser delineado. Ficou determinada uma inversão no processo: a Anvisa passaria a analisar os pedidos antes do INPI. “Essa solução, no entanto, nunca foi colocada em prática. Os problemas continuaram e os processos, avolumaram-se”, disse o diretor da Anvisa.

O novo formato, aprovado ontem pela diretoria colegiada da Anvisa, determina que caberá à Anvisa a análise de dados relacionados à saúde e ao INPI, a avaliação de dados de patenteabilidade (inovação, atividade inventiva e utilidade industrial). Em temas considerados de fronteira, as regras serão definidas por meio de entendimentos criados por um grupo intersetorial, com representantes tanto da Anvisa quanto do INPI.

Transparência. Barbosa acredita que o grupo de trabalho deverá ser permanente, por causa do volume de processos e da extensão dos pedidos. Ele compara o grupo a uma espécie de junção de “tribunais.” “Eles vão se reunir e criar súmulas “vinculantes”, entendimentos comuns que serão aplicados em todos os processos semelhantes.” Depois de a Anvisa dar o parecer técnico, o caso é encaminhado para o INPI, a quem caberá ou não acatar a avaliação da Anvisa. Se o entendimento do INPI for contrário da Anvisa, ele prevalecerá. No entanto, o INPI terá de justificar a decisão. “Haverá mais transparência.

As informações: jornal O Estado de S. Paulo.

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As 4 principais dúvidas referentes à cópia de marca 28.03.2017

Todo empresário sabe que a marca é a identidade de uma empresa, e essa afirmativa por si só já demonstra a importância e relevância do registro junto ao órgão competente. A cópia de marca é uma situação mais comum do que se imagina e proteger-se em relação a isso é a garantia de manutenção da identidade do seu negócio.

Quando o assunto é marca e patentes, a principal dúvida que surge é a respeito da importância e da necessidade de realizar um registro. Todo empresário sabe que a marca é a identidade de uma empresa, e essa afirmativa por si só já demonstra a importância e relevância do registro junto ao órgão competente. A cópia de marca é uma situação mais comum do que se imagina e proteger-se em relação a isso é a garantia de manutenção da identidade do seu negócio.

Neste artigo, abordaremos as principais dúvidas relacionadas à cópia de marca. Tudo aquilo que você sempre quis saber mas nunca teve para quem perguntar. Entenda melhor a questão e esteja preparado para agir se a sua marca for copiada. Confira:

Tenho registro de marca e mesmo assim ela foi copiada, como proceder?

Se você já realizou o registro da sua marca, a primeira atitude deve ser verificar como está a situação junto ao órgão competente, ou seja, se o registro está válido e atualizado. Se estiver tudo em dia e o seu registro estiver valendo, o próximo passo é colher provas de que um terceiro está utilizando indevidamente a sua marca.

Você deve colher o maior número de provas possível e elaborar uma notificação, que deverá ser enviada à empresa que está utilizando a marca indevidamente e sem autorização.

Na maioria dos casos a mera notificação já resolve o problema, se não resolver é hora de ingressar com uma demanda judicial para ver garantidos os direitos do seu negócio. Ressalvamos que nestes casos é muito importante ter uma assessoria prévia antes de enviar qualquer notificação para que você não corra a risco de perder os direitos pela marca.

Não tenho registro e ainda assim houve cópia da marca, e agora?

Se você possui uma marca não registrada o problema é um pouco mais complexo. Nesses casos, a primeira atitude é verificar se a outra parte possui a marca registrada junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual – INPI. Neste caso, sob a perspectiva jurídica, é você quem está copiando a marca dela.

O ideal, em situações como essa é buscar a avaliação de profissionais que podem verificar caso a caso qual é o melhor caminho a ser seguido para solucionar o problema.

Existe algum órgão que fiscaliza as marcas e patentes?

O INPI é o órgão responsável pelo registro e regularização de marcas e patentes, no entanto este órgão não tem o papel de fiscalizar possíveis usos indevidos de marcas. O maior interessado e responsável por essa ação é você, proprietário da marca e dos direitos sobre ela.

Quero registrar minha marca, como devo proceder?

O registro de uma marca começa com uma pesquisa para verificar se já não existe outro negócio utilizando a sua marca. Após, é necessário preencher um formulário próprio do INPI com um pedido formal, informando todas as especificidades da marca.

Posteriormente, e não havendo nenhuma irregularidade, o INPI defere o pedido e é aberto um prazo de 60 (sessenta) dias para que qualquer parte interessada se oponha ao registro. Não havendo oposição, o INPI defere o pedido, é necessário recolher taxas de despesas para o registro e, por fim, é emitido o Certificado do Registro.

 

Fonte: Portal Administradores

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Patente quer carregar bateria de um celular usando outro 27.03.2017

A Sony registrou recentemente uma patente que pode indicar um grande avanço no compartilhamento de energia entre dois dispositivos. De acordo com documentação registrada no cartório de marcas e patentes nos Estados Unidos, em breve seria possível carregar um smartphone ‘sugando’ a energia da bateria de outro próximo.

Para esta tecnologia funcionar seria preciso usar o NFC como base, tecnologia de comunicação que vem sendo defendida pela Sony há anos. Tudo indica que ao aproximarmos dois smartphones, seria possível passar a energia contida na bateria de um para o outro. Desta forma, se você anda com dois celulares, poderia manter ambos sempre com carga.

Mas antes que nos empolguemos demais com a patente, a pesquisa liderada por James Richard Milne, True Xiong e Charles McCoy parece ser focada em métodos de achar, selecionar e controlar pontos que possam transmitir energia sem fio.

É bom estar ciente que a tecnologia NFC é bastante limitada em termos de alcance, o que obrigaria deixar os dois smartphones praticamente grudados. Além disso, não é informado pela patente da Sony se seria possível passar uma grande quantidade de energia de um dispositivo para outro, sem falar da perda energética que deve decorrer durante o processo.

De qualquer forma, esta patente mostra o que podemos esperar de tecnologias futuras e que não devem demorar para saírem do papel. Mas é bom estar ciente que uma tecnologia de carregamento sem fio a longas distâncias ainda pode demorar um pouco para chegar aos smartphones.

Se você sofre com celular que descarrega todo o tempo, ainda será preciso andar com uma bateria no bolso ou arrumar um carregador enquanto a tecnologia da Sony não fica pronta.

 

Fonte: Infomoney

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Bill Gates responde acusação sobre suposto plágio de Steve Jobs 23.03.2017

Embora publicamente Bill Gates e Steve Jobs tivessem uma relação amistosa, os dois eram grandes rivais e foram responsáveis por muitas brigas no passado. Em 1985, Jobs ficou furioso com a primeira interação do Windows, que ele considerava um plágio do trabalho que ele estava desenvolvendo à frente da Apple.

Durante uma edição recente de um “Ask Me Anything” (AMA) no Reddit, Gates reviveu essa questão e mostrou seu ponto de vista sobre essa suposta “cópia”. Segundo ele, não houve qualquer espécie de roubo, mas somente uma situação na qual duas empresas foram inspiradas pelas mesmas influências.

"A principal ‘cópia’ que aconteceu relacionada a Steve e eu é que ambos nos beneficiamos do trabalho da Xerox Parc em criar uma interface gráfica — não foram só eles, mas eles fizeram o melhor trabalho. Steve contratou Bob Belville, eu contratei Charles Simonyi. Não violamos nenhuma propriedade intelectual da Xerox, mas o trabalho deles mostrou o caminho para o Mac e para o Windows”, afirmou Gates.

Essa não é a primeira vez que o fundador da Microsoft se posiciona dessa maneira. Na biografia de Steve Jobs escrita por Walter Isaacson, o escritor relata uma suposta reunião ocorrida na década de 80 na qual Gates teria afirmado que “é como se ambos tivéssemos o mesmo vizinho rico chamado Xerox e eu entrei na casa dele para roubar sua TV e descobri que você já tinha feito isso”.

 

Fonte: BUSINESS INSIDER/EMMIE MARTIN

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A importância do registro de marca para o design 22.03.2017

Os dados que iremos apresentar são preocupantes, no mínimo. Mas no Brasil de cada 100 marcas criadas, apenas 10 fazem o registro de marca no INPI.

Sendo você um empresário ou Designer, esse dado deve preocupar muito você. Mas por que? Imagine a seguinte situação: você cria o namming e um desenho de marca para uma empresa e realiza um trabalho espetacular na hora de criar o conceito da marca. Anos após essa criação, essa marca está crescendo e você descobre que num estado vizinho possui uma empresa com o mesmo nome, e que essa empresa por sua vez, possui uma força enorme no mercado. É neste momento que você sente-se amedrontado, porque se a marca em questão estiver registrada no INPI você perde o direito. Sim, você pode choramingar, pestanejar e tudo mais, porém o detentor do direito é quem está REGISTRADO no INPI.

Quais as medidas a tomar?

Primeiramente, sempre que for criar uma marca (sua ou de um cliente) procurar uma empresa especializada em registro de marcas. Esta empresa irá criar e acompanhar o processo de registro da marca, evitando assim que algo errado ocorra no processo de registro e garantindo que a marca será do seu direito.

A proteção de propriedade intelectual faz parte de uma estratégia de negócios. Proteger o que é seu é um direito e você pode agregar valor no mercado sendo uma marca registrada e reconhecida.

 

Fonte: Portal Designers Brasileiros

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Jeff Koons é condenado por plágio de escultura 21.03.2017

O artista Jeff Koons plagiou a obra do fotógrafo francês Jean-François Bauret para sua escultura batizada de Naked (Nus, em tradução livre), em que duas crianças aparecem abraçadas e sem roupas. A estátua de porcelana de cerca de um metro de altura foi apresentada em 1988 pelo americano. Enquanto a foto de Bauret, nomeada como Enfants, que se tornou um cartão postal, data de 1975.

Koons e o Centro Pompidou, complexo de arte em Paris, foram condenados a pagar 40.000 euros (cerca de 135.000 reais) à família do fotógrafo. Contudo, segundo o jornal britânico The Guardian, a quantia mal cobre os gastos dos herdeiros com advogados. O museu foi envolvido no processo por ter divulgado a imagem da escultura no catálogo da exposição em homenagem ao artista, que ficou em cartaz entre novembro de 2014 e abril de 2015.

A corte que tomou a decisão afirma que as poucas variações entre as imagens não impedem o reconhecimento de que se tratam de modelos idênticos na mesma pose.

 

Fonte: Veja.com

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Guitarrista britânico processa U2 por plágio 14.03.2017

Guitarrista britânico afeito a longos solos, Paul Rose processou a banda irlandesa U2 por causa de uma música de 26 anos atrás, "The fly", do álbum "Achtung baby", lançada como single em 2 de novembro de 1991. Ele acredita que, ao fazê-la, o quarteto tenha plagiado a faixa instrumental "Nae slappin", do álbum "Homework", que ele gravou em 1989 e lançou em maio de 1991.

Em uma corte de Nova York, Rose entrou na segunda-feira com uma ação judicial pedindo US$ 5 milhões em danos e um crédito adicional de composição em "The fly".

Rose afirma que o U2 ouviu sua fita demo com "Nae Slappin", na Island Records em 1989, e sustenta na ação que a banda poderia ter roubado suas idéias e elaborado "um solo de guitarra elaborado e distintivo quase idêntico a ("Nae slappin") porque seu som esteva "precisando revigorar-se".

De acordo com o The New York Post, o advogado de Rose também explicou que o guitarrista esperou todo esse tempo para falar sobre o suposto plágio porque ele estava preocupado que isso pudesse arruinar sua carreira. O advogado também afirma que Rose só recentemente encontrou um ex-empreado da Island-Records que poderia corroborar o fato de que a fita foi tocada "muitas vezes" no escritório do selo durante a realização de "Achtung baby".

 Fonte e foto: O Globo

 

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Shakira e cantor colombiano são processados por suposto plágio da música 'La bicicleta' 13.03.2017

 Um tribunal de Madri aceitou uma denúncia contra a estrela pop Shakira e o cantor colombiano Carlos Vives pelo suposto plágio da música "La bicicleta". A ação foi aberta pelo cubano Liván Rafael Castellano Valdés, que afirma que os artisitas copiaram partes de sua canção "Yo te quiero tanto", de 1997.

O cubano argumenta que, no final do ano passado, enviou a Vives, através da Sony ATV, "uma demonstração" de sua música para que cantasse, mas o colombiano decidiu reproduzir "um fragmento" sem sua autorização. Em "La bicicleta", Shakira e Vives cantam: "Que te sueño y te quiero tanto". A música de Liván diz: "Yo te quiero, yo te quiero tanto".

 A denúncia foi interposta pela editora e representante do cubano, MDRB (Maryla Dianik Romeu) Music, e atinge, além de Shakira e Vives, a Sony Music Latin, Sony Music Entertainment, Sony ATV Publishing holdings Spain, EMI Music Publishing Spain e o produtor Andrés Eduardo Castro.

Fontes da Sociedade Geral de Autores e Editores (SGAE) informaram à agência Efe que, perante a denúncia, o órgão decidiu suspender o pagamento das quantias que lhe correspondem por direitos autorais. A partir de agora, processados e litigantes terão 20 dias para apresentar os documentos e provas em defesa de suas respectivas atuações.

 O tema "La bicicleta", registrado por Vives e Shakira e produzido por Andrés Castro, começa com cumbia colombiana e termina com reggaeton. A música ganhou o Grammy Latino de melhor canção em 2016 e vendeu no mundo mais de 210 mil cópias.

 
 Fonte: G1
 

 

 
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Empresas pegam carona em marcas famosas do mercado 09.03.2017

Uma pizzaria Forno de Minas e um pão de queijo chamado Forno Mineiro já foram processados pela marca Forno de Minas, conhecida pelo pão de queijo e por outros produtos alimentícios. Esses são alguns exemplos de uso indevido de marcas atendidas pela empresa mineira Procuradoria de Registros, que cuida da propriedade industrial de cerca de 2.000 empresas. “Chegamos a abrir cerca de dez processos por mês similares a esses”, conta o advogado José Carlos Linhares, dono da Procuradoria de Registros.

Linhares conta que já abriu processos no Paraná, Mato Grosso, Pernambuco e Goiás em um período de cinco anos pelo uso indevido da marca de uma rede de ensino. O último processo foi aberto em Aparecida de Goiânia (GO) pelo uso indevido dessa marca pela Escola Cristo Rei que se dizia credenciada pela rede.

“Um dos problemas que a gente enfrenta é que o registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) é nacional, mas a empresa pode registrar-se em juntas comerciais locais, que atuam no âmbito estadual”, explica Linhares.

A Construtora M. Matos também conseguiu, no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), uma liminar impedindo que a empresa MF Serviços Técnicos continuasse utilizando o nome de fantasia M. Matos.

O advogado relata que chega a solicitar a revisão de registro de nomes e marcas de empresas na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg) até cinco vezes por mês. “As juntas comerciais não fazem pesquisa no banco de dados do INPI para avaliar possíveis marcas duplicadas”, diz.

A Jucemg confirma que não existe essa pesquisa. “Não há previsão legal que determine que a Jucemg, por seu corpo de analistas faça pesquisa junto à base do INPI para consultar sobre marcas registradas”, afirma a secretária geral da Jucemg, Marinely de Paula. Ela pondera, porém, que “a Jucemg já enviou esforços junto ao INPI para implantar um projeto piloto em Minas Gerais, fazendo a integração desses registros”.

Outra reclamação de Linhares é que o processo na Jucemg é mais demorado do que na Justiça. “Quando entramos com um processo no TJMG, a decisão liminar pode sair em até uma semana. No Plenário da Junta Comercial, o processo de análise pode levar meses”, afirma o advogado. “A fase de instrução pode levar de dois a três meses. Mas a fase de julgamento não pode ultrapassar 30 dias úteis, segundo a legislação de registro”, explica Marinely.

As empresas que utilizam um nome ou marca indevidamente podem ser multadas e ter produtos apreendidos caso não cumpram a decisão judicial. Em decisão de outubro do ano passado, da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a pizzaria Forno de Minas foi condenada a retirar “todos os objetos, volumes, embalagens e rótulos” com o nome Forno de Minas em 60 dias. Além disso, a empresa poderia ser multada em R$ 1.000 por dia. O relator do processo foi o desembargador Roberto Soares de Vasconcellos Paes.

Na decisão, o desembargador usou como argumento para julgar a pizzaria o registro da marca Forno de Minas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e o fato de esse registro envolver “venda de produtos alimentícios no varejo, venda de produtos alimentícios para mercado institucional (restaurantes, hotéis, lanchonetes, bares, redes de cinema) e para redes de fast-food, distribuição e representação de produtos alimentícios de terceiros e serviços de alimentação”.

Em seu voto, o desembargador ainda afirmou que a pizzaria estava “procurando usufruir do prestígio do nome e da marca da agravante (Forno de Minas)”.

A pizzaria funcionava na região Centro-Sul de Belo Horizonte e chegou a existir por oito anos com a marca Forno de Minas, segundo descrito na decisão do Tribunal de Justiça. (LP)

Para evitar problemas, o advogado José Carlos Linhares sugere que o empresário faça uma pesquisa das marcas registradas no site do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). “Antes de abrir uma empresa, é necessário fazer essa pesquisa, porque a firma acaba sendo notificada quando existe duplicidade do nome”, afirma Linhares.

O banco de dados do INPI reúne tanto as marcas registradas quanto as que estão em processo. “O registro de uma marca no INPI demora cerca de dois anos, mas o protocolo de entrada garante a prioridade da empresa. Ele é suficiente caso seja necessário entrar com processo de uso indevido da marca”, explica o advogado. (LP)

 


Fonte: Jornal O Tempo (MG)

 

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